Walter Benjamin e a experiência na modernidade

O sismógrafo que captou os tremores antes que o edifício desabasse

por Rogério Mattos

Walter Benjamin e a experiência na modernidade

O sismógrafo que captou os tremores antes que o edifício desabasse

por Rogério Mattos

Walter Benjamin e a experiência na modernidade

O sismógrafo que captou os tremores antes que o edifício desabasse

por Rogério Mattos

Você já leu Benjamin. Talvez mais de uma vez. Experiência e pobreza, A obra de arte, O narrador. Os conceitos circulam (aura, choque, flâneur), mas algo permanece opaco. Você sabe que há mais ali. Só não encontrou ainda a entrada.


Não é falta de inteligência. É que Benjamin resiste à leitura linear. Seus textos são constelações: iluminam de relance, depois se apagam. Exigem retornos, camadas, mediações. Quem tenta atravessá-los em linha reta acaba esbarrando nos mesmos muros.


Talvez você conheça a sensação de ler sobre a "perda da aura" e intuir que algo enorme está sendo dito (sobre a fotografia, sobre o cinema, sobre você), mas não conseguir fazer o conceito funcionar fora da página. Ou encontrar a distinção entre Erfahrung e Erlebnis e sentir que ela descreve exatamente o empobrecimento que você percebe ao redor, mas sem saber como trabalhar com isso.


É uma frustração silenciosa. Você orbita ao redor de Benjamin sem conseguir habitá-lo.

//

O que descobri, depois de anos ensinando e relendo esses textos, é que a entrada não está em Benjamin. Está no presente.

Antes de voltar aos ensaios dos anos 1930, preciso passar por Antonioni. Por aquela câmera obsessiva que cerca um casal fugindo pelo Mediterrâneo enquanto uma amiga desaparece sem explicação. A câmera não julga, não explica — registra corpos que agem sem saber por quê. Movimentos automáticos, gestos opacos, clichês corporais. O mundo pintado de cores esplêndidas enquanto seus habitantes permanecem insípidos.

Deleuze viu nessas imagens a tradução visual do que Benjamin havia diagnosticado décadas antes: a experiência do choque. Os "espaços quaisquer" do cinema moderno — zonas desconectadas que produzem corpos errantes — são a cartografia sensível daquilo que Benjamin tentou nomear através de Baudelaire, da multidão urbana, dos meios técnicos.

É por isso que começo pelo presente. O cinema ensina a ver o que a filosofia ensina a pensar. E quando você aprende a ver, os textos de Benjamin se abrem de outro modo.

//

Há outra chave. Benjamin escreveu que cada geração recebe do passado uma "fraca força messiânica", uma reivindicação que os mortos dirigem aos vivos. Nada do que aconteceu pode ser dado por perdido.


Agamben transformou diz ser isso a exigência do inesquecível: não aquilo que deve ser lembrado, mas o que exige permanecer possível apesar de todo esquecimento. O que está ,mais entranhado em nossa memória não volta como recordação consciente, mas atua apesar dela.


Quando você conecta essas duas chaves — o cinema que torna visível, a filosofia que nomeia a exigência — Benjamin deixa de ser um autor difícil. Torna-se um contemporâneo. Alguém que diagnosticou nos anos 1930 o que vivemos hoje: corpos incapazes de transformar vivência em experiência transmissível, uma percepção anestesiada pelo excesso de estímulos e uma cultura que não se vincula mais a ninguém.

*

O curso que montei faz esse movimento. Chamo de arqueologia do presente: escavar do agora em direção ao passado. Começar pelos sucessores — Deleuze, Agamben, o cinema de autor — para depois acessar os textos originais com olhos treinados.


Não é um capricho pedagógico. É a forma mais eficaz de tornar operativos conceitos que, abordados diretamente, permanecem abstratos.


E há um fio que atravessa tudo: a figura de Baudelaire. Benjamin o leu como quem lê um sismógrafo — o poeta que captou os tremores da modernidade antes que o edifício desabasse. O flâneur que se esconde na multidão, o conspirador que se aproxima da prostituta, o artista que faz de si mercadoria num mundo onde tudo se vende. Baudelaire não é só um objeto de estudo. É a fisiognomia através da qual Benjamin fixa o rosto da crise.

Você já leu Benjamin. Talvez mais de uma vez. Experiência e pobreza, A obra de arte, O narrador. Os conceitos circulam (aura, choque, flâneur), mas algo permanece opaco. Você sabe que há mais ali. Só não encontrou ainda a entrada.


Não é falta de inteligência. É que Benjamin resiste à leitura linear. Seus textos são constelações: iluminam de relance, depois se apagam. Exigem retornos, camadas, mediações. Quem tenta atravessá-los em linha reta acaba esbarrando nos mesmos muros.


Talvez você conheça a sensação de ler sobre a "perda da aura" e intuir que algo enorme está sendo dito (sobre a fotografia, sobre o cinema, sobre você), mas não conseguir fazer o conceito funcionar fora da página. Ou encontrar a distinção entre Erfahrung e Erlebnis e sentir que ela descreve exatamente o empobrecimento que você percebe ao redor, mas sem saber como trabalhar com isso.


É uma frustração silenciosa. Você orbita ao redor de Benjamin sem conseguir habitá-lo.

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O que descobri, depois de anos ensinando e relendo esses textos, é que a entrada não está em Benjamin. Está no presente.

Antes de voltar aos ensaios dos anos 1930, preciso passar por Antonioni. Por aquela câmera obsessiva que cerca um casal fugindo pelo Mediterrâneo enquanto uma amiga desaparece sem explicação. A câmera não julga, não explica — registra corpos que agem sem saber por quê. Movimentos automáticos, gestos opacos, clichês corporais. O mundo pintado de cores esplêndidas enquanto seus habitantes permanecem insípidos.

Deleuze viu nessas imagens a tradução visual do que Benjamin havia diagnosticado décadas antes: a experiência do choque. Os "espaços quaisquer" do cinema moderno — zonas desconectadas que produzem corpos errantes — são a cartografia sensível daquilo que Benjamin tentou nomear através de Baudelaire, da multidão urbana, dos meios técnicos.

É por isso que começo pelo presente. O cinema ensina a ver o que a filosofia ensina a pensar. E quando você aprende a ver, os textos de Benjamin se abrem de outro modo.

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Há outra chave. Benjamin escreveu que cada geração recebe do passado uma "fraca força messiânica", uma reivindicação que os mortos dirigem aos vivos. Nada do que aconteceu pode ser dado por perdido.


Agamben transformou diz ser isso a exigência do inesquecível: não aquilo que deve ser lembrado, mas o que exige permanecer possível apesar de todo esquecimento. O que está ,mais entranhado em nossa memória não volta como recordação consciente, mas atua apesar dela.


Quando você conecta essas duas chaves — o cinema que torna visível, a filosofia que nomeia a exigência — Benjamin deixa de ser um autor difícil. Torna-se um contemporâneo. Alguém que diagnosticou nos anos 1930 o que vivemos hoje: corpos incapazes de transformar vivência em experiência transmissível, uma percepção anestesiada pelo excesso de estímulos e uma cultura que não se vincula mais a ninguém.

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O curso que montei faz esse movimento. Chamo de arqueologia do presente: escavar do agora em direção ao passado. Começar pelos sucessores — Deleuze, Agamben, o cinema de autor — para depois acessar os textos originais com olhos treinados.


Não é um capricho pedagógico. É a forma mais eficaz de tornar operativos conceitos que, abordados diretamente, permanecem abstratos.


E há um fio que atravessa tudo: a figura de Baudelaire. Benjamin o leu como quem lê um sismógrafo — o poeta que captou os tremores da modernidade antes que o edifício desabasse. O flâneur que se esconde na multidão, o conspirador que se aproxima da prostituta, o artista que faz de si mercadoria num mundo onde tudo se vende. Baudelaire não é só um objeto de estudo. É a fisiognomia através da qual Benjamin fixa o rosto da crise.

Você já leu Benjamin. Talvez mais de uma vez. Experiência e pobreza, A obra de arte, O narrador. Os conceitos circulam (aura, choque, flâneur), mas algo permanece opaco. Você sabe que há mais ali. Só não encontrou ainda a entrada.


Não é falta de inteligência. É que Benjamin resiste à leitura linear. Seus textos são constelações: iluminam de relance, depois se apagam. Exigem retornos, camadas, mediações. Quem tenta atravessá-los em linha reta acaba esbarrando nos mesmos muros.


Talvez você conheça a sensação de ler sobre a "perda da aura" e intuir que algo enorme está sendo dito (sobre a fotografia, sobre o cinema, sobre você), mas não conseguir fazer o conceito funcionar fora da página. Ou encontrar a distinção entre Erfahrung e Erlebnis e sentir que ela descreve exatamente o empobrecimento que você percebe ao redor, mas sem saber como trabalhar com isso.


É uma frustração silenciosa. Você orbita ao redor de Benjamin sem conseguir habitá-lo.

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O que descobri, depois de anos ensinando e relendo esses textos, é que a entrada não está em Benjamin. Está no presente.

Antes de voltar aos ensaios dos anos 1930, preciso passar por Antonioni. Por aquela câmera obsessiva que cerca um casal fugindo pelo Mediterrâneo enquanto uma amiga desaparece sem explicação. A câmera não julga, não explica — registra corpos que agem sem saber por quê. Movimentos automáticos, gestos opacos, clichês corporais. O mundo pintado de cores esplêndidas enquanto seus habitantes permanecem insípidos.

Deleuze viu nessas imagens a tradução visual do que Benjamin havia diagnosticado décadas antes: a experiência do choque. Os "espaços quaisquer" do cinema moderno — zonas desconectadas que produzem corpos errantes — são a cartografia sensível daquilo que Benjamin tentou nomear através de Baudelaire, da multidão urbana, dos meios técnicos.

É por isso que começo pelo presente. O cinema ensina a ver o que a filosofia ensina a pensar. E quando você aprende a ver, os textos de Benjamin se abrem de outro modo.

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Há outra chave. Benjamin escreveu que cada geração recebe do passado uma "fraca força messiânica", uma reivindicação que os mortos dirigem aos vivos. Nada do que aconteceu pode ser dado por perdido.


Agamben transformou diz ser isso a exigência do inesquecível: não aquilo que deve ser lembrado, mas o que exige permanecer possível apesar de todo esquecimento. O que está ,mais entranhado em nossa memória não volta como recordação consciente, mas atua apesar dela.


Quando você conecta essas duas chaves — o cinema que torna visível, a filosofia que nomeia a exigência — Benjamin deixa de ser um autor difícil. Torna-se um contemporâneo. Alguém que diagnosticou nos anos 1930 o que vivemos hoje: corpos incapazes de transformar vivência em experiência transmissível, uma percepção anestesiada pelo excesso de estímulos e uma cultura que não se vincula mais a ninguém.

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O curso que montei faz esse movimento. Chamo de arqueologia do presente: escavar do agora em direção ao passado. Começar pelos sucessores — Deleuze, Agamben, o cinema de autor — para depois acessar os textos originais com olhos treinados.


Não é um capricho pedagógico. É a forma mais eficaz de tornar operativos conceitos que, abordados diretamente, permanecem abstratos.


E há um fio que atravessa tudo: a figura de Baudelaire. Benjamin o leu como quem lê um sismógrafo — o poeta que captou os tremores da modernidade antes que o edifício desabasse. O flâneur que se esconde na multidão, o conspirador que se aproxima da prostituta, o artista que faz de si mercadoria num mundo onde tudo se vende. Baudelaire não é só um objeto de estudo. É a fisiognomia através da qual Benjamin fixa o rosto da crise.

aulas

aulas

aulas

o percurso

o percurso

o percurso

Organizei o estudo desse tema em 2 módulos, 12 aulas gravadas e duas ao vivo

Organizei o estudo desse tema em 2 módulos, 12 aulas gravadas e duas ao vivo

módulo 1

módulo 1

módulo 1

  1. Baudelaire e a história literária


  2. Baudelaire, memória e montagem


  3. Benjamin: a porta estreita onde entra o Messias

  1. Baudelaire e a história literária


  2. Baudelaire, memória e montagem


  3. Benjamin: a porta estreita onde entra o Messias

  1. Baudelaire e a história literária


  2. Baudelaire, memória e montagem


  3. Benjamin: a porta estreita onde entra o Messias

4. De Deleuze a Agamben: espaços quaisquer e formas do tempo


5. De Ozu a Antonioni: a experiência reconfigurada


6. Cronos e Eros: Antonioni e A aventura

4. De Deleuze a Agamben: espaços quaisquer e formas do tempo


5. De Ozu a Antonioni: a experiência reconfigurada


6. Cronos e Eros: Antonioni e A aventura

4. De Deleuze a Agamben: espaços quaisquer e formas do tempo


5. De Ozu a Antonioni: a experiência reconfigurada


6. Cronos e Eros: Antonioni e A aventura

módulo 2

módulo 2

módulo 2

  1. A boemia na Paris do Segundo Império


  2. O flâneur na Paris do Segundo Império


  3. A modernidade e a Paris do II Império

  1. A boemia na Paris do Segundo Império


  2. O flâneur na Paris do Segundo Império


  3. A modernidade e a Paris do II Império

  1. A boemia na Paris do Segundo Império


  2. O flâneur na Paris do Segundo Império


  3. A modernidade e a Paris do II Império

4. [1ª Parte] “Sobre alguns temas em Baudelaire”, de Walter Benjamin


  1. [2ª Parte] “Sobre alguns temas em Baudelaire”, de Walter Benjamin


  1. Estética e anestética: uma reconsideração de A obre de arte de Walter Benjamin

4. [1ª Parte] “Sobre alguns temas em Baudelaire”, de Walter Benjamin


  1. [2ª Parte] “Sobre alguns temas em Baudelaire”, de Walter Benjamin


  1. Estética e anestética: uma reconsideração de A obre de arte de Walter Benjamin

4. [1ª Parte] “Sobre alguns temas em Baudelaire”, de Walter Benjamin


  1. [2ª Parte] “Sobre alguns temas em Baudelaire”, de Walter Benjamin


  1. Estética e anestética: uma reconsideração de A obre de arte de Walter Benjamin

Para quem é este curso

Para quem é este curso

Para quem já leu Benjamin e quer finalmente habitá-lo. Para quem conhece os conceitos — aura, choque, flâneur — mas não consegue fazê-los funcionar fora da página.


Qualquer pessoa que intua que há mais ali e busque um método de entrada — não mais explicações, mas ferramentas operativas.

Para quem já leu Benjamin e quer finalmente habitá-lo. Para quem conhece os conceitos — aura, choque, flâneur — mas não consegue fazê-los funcionar fora da página.


Qualquer pessoa que intua que há mais ali e busque um método de entrada — não mais explicações, mas ferramentas operativas.

Para quem já leu Benjamin e quer finalmente habitá-lo. Para quem conhece os conceitos — aura, choque, flâneur — mas não consegue fazê-los funcionar fora da página.


Qualquer pessoa que intua que há mais ali e busque um método de entrada — não mais explicações, mas ferramentas operativas.

O que você leva

O que você leva

O que você leva

Domínio dos conceitos centrais: experiência, choque, aura, anestética. Capacidade de conectar Benjamin ao cinema de autor e à filosofia contemporânea.


Um método arqueológico — partir do presente para iluminar o passado. E uma pergunta que não vai mais te abandonar: qual o valor da cultura se a experiência não mais a vincula a nós?

Domínio dos conceitos centrais: experiência, choque, aura, anestética. Capacidade de conectar Benjamin ao cinema de autor e à filosofia contemporânea.


Um método arqueológico — partir do presente para iluminar o passado. E uma pergunta que não vai mais te abandonar: qual o valor da cultura se a experiência não mais a vincula a nós?

Domínio dos conceitos centrais: experiência, choque, aura, anestética. Capacidade de conectar Benjamin ao cinema de autor e à filosofia contemporânea.


Um método arqueológico — partir do presente para iluminar o passado. E uma pergunta que não vai mais te abandonar: qual o valor da cultura se a experiência não mais a vincula a nós?


A pobreza da experiência não é apenas um conceito. É o diagnóstico do nosso tempo.

O tema diagnostica do por Benjamin nos anos 1930 é relativamente difundido: corpos incapazes de transformar vivência em experiência, a linguagem que não se transmite, uma cultura desconectada e despolitizada. Mas você não vai encontrar esse percurso em outro lugar — a conexão entre Benjamin, Deleuze, Agamben e o cinema de autor como método de leitura da cultura contemporânea é um trabalho autoral desenvolvido ao longo de anos de pesquisa e ensino.


Quem se inscrever agora garante participação em uma aula ao vivo de abertura — um encontro para apresentar o percurso, conhecer os colegas e estabelecer as bases do estudo. E quem avançar no curso terá acesso a uma aula coletiva de aprofundamento: um encontro exclusivo para quem quiser ir além do material gravado.

Investimento

em até 12x

R$600

R$600

R$ 600,00

Faça um pagamento seguro e facilitado

Aulas ao vivo e gravadas

Acompanhamento do professor

+13 horas de aulas gravadas

Textos trabalhados em PDF

Materiais paradidáticos

Resumos detalhados de cada encontro


A pobreza da experiência não é apenas um conceito. É o diagnóstico do nosso tempo.

O tema diagnostica do por Benjamin nos anos 1930 é relativamente difundido: corpos incapazes de transformar vivência em experiência, a linguagem que não se transmite, uma cultura desconectada e despolitizada. Mas você não vai encontrar esse percurso em outro lugar — a conexão entre Benjamin, Deleuze, Agamben e o cinema de autor como método de leitura da cultura contemporânea é um trabalho autoral desenvolvido ao longo de anos de pesquisa e ensino.


Quem se inscrever agora garante participação em uma aula ao vivo de abertura — um encontro para apresentar o percurso, conhecer os colegas e estabelecer as bases do estudo. E quem avançar no curso terá acesso a uma aula coletiva de aprofundamento: um encontro exclusivo para quem quiser ir além do material gravado.

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R$600

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+13 horas de aulas gravadas

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A pobreza da experiência não é apenas um conceito. É o diagnóstico do nosso tempo.

O tema diagnostica do por Benjamin nos anos 1930 é relativamente difundido: corpos incapazes de transformar vivência em experiência, a linguagem que não se transmite, uma cultura desconectada e despolitizada. Mas você não vai encontrar esse percurso em outro lugar — a conexão entre Benjamin, Deleuze, Agamben e o cinema de autor como método de leitura da cultura contemporânea é um trabalho autoral desenvolvido ao longo de anos de pesquisa e ensino.


Quem se inscrever agora garante participação em uma aula ao vivo de abertura — um encontro para apresentar o percurso, conhecer os colegas e estabelecer as bases do estudo. E quem avançar no curso terá acesso a uma aula coletiva de aprofundamento: um encontro exclusivo para quem quiser ir além do material gravado.

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de R$600

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Rogério Mattos

Prof.º Dr.º

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Rogério Mattos

Prof.º Dr.º

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Rogério Mattos

Prof.º Dr.º

// QUEM CRIOU as aulas //

// QUEM CRIOU as aulas //


Rogério Mattos é doutor em Estudos Literários pela UFF e professor com quinze anos de experiência entre o ensino básico e superior, a educação pública e privada. Sua formação atravessa História (UERJ), Literatura Portuguesa (mestrado/UERJ) e História da África e do negro no Brasil (especialização/UCAM) — uma trajetória que recusa as fronteiras disciplinares que empobreceram o pensamento crítico brasileiro.


Desde 2016, desenvolve através d'O Abertinho uma prática ensaística que articula cinema, literatura e filosofia para pensar as transformações da experiência na modernidade. Seus textos circularam por veículos de divulgação científica e de ensaios políticos, e em diversos periódicos acadêmicos — sempre na fronteira entre rigor teórico e acessibilidade crítica.


Especialista nas relações entre Benjamin, Deleuze e o cinema de autor, sua abordagem conecta a sintomatologia benjaminiana da cultura com as inovações estéticas do pós-guerra e a filosofia contemporânea da memória. Entende que a "pobreza da experiência" diagnosticada por Benjamin não é apenas um conceito histórico, mas a chave para compreender os impasses clínicos, estéticos e políticos do presente.


Neste curso, mobiliza anos de leitura entre Benjamin, Deleuze, Agamben e Bergson para revelar como o conceito de Experiência atravessa filosofia, cinema e literatura — e por que dominá-lo é indispensável para quem quer pensar criticamente a cultura contemporânea.



Sou doutor em Estudos Literários pela UFF, com formação que atravessa História, Literatura Portuguesa e História da África. Quinze anos entre sala de aula e pesquisa, ensino básico e superior, educação pública e privada.


Mas o que me move não cabe no currículo: é esse modo de pensar que faz as disciplinas perderem o contorno. Ver Pasolini como quem interroga a cultura atravessando fronteiras. Perceber em Coutinho um dispositivo que desmonta o olhar colonizador. Reconhecer nos Racionais o gesto da literatura menor.


Desde 2016, cultivo isso através d'O Abertinho — textos que circularam por Teoria e Debate, Brasil de Fato, GGN e periódicos acadêmicos. Sempre na fronteira entre rigor teórico e intervenção crítica. Sempre recusando a separação entre pensar e agir.


Se algo aqui ressoou, é porque esse modo de pensar chama outro. Pensamento vivo sempre funciona assim.



Sou doutor em Estudos Literários pela UFF, com formação que atravessa História, Literatura Portuguesa e História da África. Quinze anos entre sala de aula e pesquisa, ensino básico e superior, educação pública e privada.


Mas o que me move não cabe no currículo: é esse modo de pensar que faz as disciplinas perderem o contorno. Ver Pasolini como quem interroga a cultura atravessando fronteiras. Perceber em Coutinho um dispositivo que desmonta o olhar colonizador. Reconhecer nos Racionais o gesto da literatura menor.


Desde 2016, cultivo isso através d'O Abertinho — textos que circularam por Teoria e Debate, Brasil de Fato, GGN e periódicos acadêmicos. Sempre na fronteira entre rigor teórico e intervenção crítica. Sempre recusando a separação entre pensar e agir.


Se algo aqui ressoou, é porque esse modo de pensar chama outro. Pensamento vivo sempre funciona assim.

Não perca tempo!

Conheça a abordagem única que conecta Benjamin, Deleuze e o cinema de autor como método de leitura da cultura contemporânea

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