
Walter Benjamin e a experiência na modernidade
Walter Benjamin e a experiência na modernidade
Da pobreza da experiência à potência criativa: como Benjamin, Deleuze e Agamben nos ensinam a ler os sintomas da cultura contemporânea através do cinema e da literatura
Da pobreza da experiência à potência criativa: como Benjamin, Deleuze e Agamben nos ensinam a ler os sintomas da cultura contemporânea através do cinema e da literatura
Uma arqueologia do presente
Este percurso reconstitui a categoria de Experiência em Walter Benjamin através de uma metodologia singular: a Arqueologia do Presente. Em vez de começar pelos textos canônicos dos anos 1930, partimos das releituras contemporâneas — Deleuze sobre o cinema, Agamben sobre a memória — para depois escavar as camadas mais profundas do pensamento benjaminiano.
Uma jornada que atravessa o cinema de autor (Antonioni, Ozu, Pasolini), a poesia de Baudelaire e a filosofia da memória para responder à pergunta que Benjamin nos legou: como a poesia lírica poderia estar fundamentada em uma experiência para a qual o choque se tornou a norma?
Você descobrirá por que os corpos modernos se tornaram incapazes de transformar vivência em experiência transmissível, como o cinema revelou essa condição antes mesmo da filosofia conseguir nomeá-la, e que ferramentas conceituais a arte contemporânea desenvolveu para responder à pobreza da experiência.
01
Contra a tempestade
Há uma tempestade que sopra do paraíso. Ela empurra o anjo de costas para o futuro enquanto as ruínas se acumulam diante de seus olhos. Ele gostaria de demorar-se, recolher os destroços, acordar os mortos. Mas a tempestade não o deixa.
O que proponho é assumirmos a posição do anjo. Estar no presente mas com o rosto voltado para Benjamin. O que veio depois — o cinema, os conceitos, os sucessores — é o ponto de onde olhamos. Benjamin é o que se revela a partir da escavação das ruínas.
Do cinema ao conceito, dos sucessores à matriz: um método arqueológico para compreender a experiência na modernidade.
02
Benjamin, o cinema e a experiência hoje

Por que começar pelo cinema para entender um filósofo dos anos 1930?
Porque Deleuze demonstrou que o cinema moderno traduziu em imagens o diagnóstico benjaminiano. A proliferação de "espaços quaisquer" — zonas desconectadas que produzem corpos errantes — é a experiência do choque tornada visível. O mundo pintado com cores esplêndidas enquanto os corpos que o povoam permanecem insípidos e incolores. O mundo que espera por habitantes ainda perdidos na neurose.
Você explorará o conceito de Inesquecível em Agamben: aquilo que exige permanecer mesmo quando ninguém recorda. A memória como cinematógrafo interior em Bergson: o artista de si como aquele que acessa camadas intocadas do inconsciente para transvalorizar memórias antigas. E como cineastas como Antonioni, Ozu e Pasolini deram forma visual aos conceitos benjaminianos — às vezes antes mesmo de os termos encontrado nos textos.
Reler Benjamin através de Deleuze sobre o cinema é um trabalho que atualiza, complexifica e torna mais vivas as formulações do filósofo alemão.
03
Walter Benjamin, o sismógrafo da modernidade

O que aconteceu com a experiência humana na passagem para a modernidade?
Algo revolucionário, e não foi apenas uma mudança estética. Foi uma transformação radical da própria percepção. A convivência com os meios técnicos, a emergência das cidades, os transportes rápidos: o olhar, antes veículo de contemplação e adoração, cedeu lugar a uma existência mais tátil. Os choques passaram a ser físicos, a repercutir no corpo e não na alma.
Você investigará a figura do flâneur como última testemunha do mundo pré-industrial — aquele que ainda passeava com uma tartaruga na coleira, mostrando o ritmo menos acelerado com que conduzia sua vida. A distinção crucial entre Erfahrung (experiência transmissível) e Erlebnis (vivência atomizada). E o diálogo de Benjamin com Proust, Freud e Bergson sobre o novo sentido da experiência humana.
Benjamin leu Baudelaire como quem lê um sismógrafo: o poeta que captou os tremores da modernidade antes que o edifício desabasse. Você aprenderá a fazer o mesmo com a cultura do presente.
Uma arqueologia do presente
Este percurso reconstitui a categoria de Experiência em Walter Benjamin através de uma metodologia singular: a Arqueologia do Presente. Em vez de começar pelos textos canônicos dos anos 1930, partimos das releituras contemporâneas — Deleuze sobre o cinema, Agamben sobre a memória — para depois escavar as camadas mais profundas do pensamento benjaminiano.
Uma jornada que atravessa o cinema de autor (Antonioni, Ozu, Pasolini), a poesia de Baudelaire e a filosofia da memória para responder à pergunta que Benjamin nos legou: como a poesia lírica poderia estar fundamentada em uma experiência para a qual o choque se tornou a norma?
Você descobrirá por que os corpos modernos se tornaram incapazes de transformar vivência em experiência transmissível, como o cinema revelou essa condição antes mesmo da filosofia conseguir nomeá-la, e que ferramentas conceituais a arte contemporânea desenvolveu para responder à pobreza da experiência.
01
Contra a tempestade
Há uma tempestade que sopra do paraíso. Ela empurra o anjo de costas para o futuro enquanto as ruínas se acumulam diante de seus olhos. Ele gostaria de demorar-se, recolher os destroços, acordar os mortos. Mas a tempestade não o deixa.
O que proponho é assumirmos a posição do anjo. Estar no presente mas com o rosto voltado para Benjamin. O que veio depois — o cinema, os conceitos, os sucessores — é o ponto de onde olhamos. Benjamin é o que se revela a partir da escavação das ruínas.
Do cinema ao conceito, dos sucessores à matriz: um método arqueológico para compreender a experiência na modernidade.
02
Benjamin, o cinema e a experiência hoje

Por que começar pelo cinema para entender um filósofo dos anos 1930?
Porque Deleuze demonstrou que o cinema moderno traduziu em imagens o diagnóstico benjaminiano. A proliferação de "espaços quaisquer" — zonas desconectadas que produzem corpos errantes — é a experiência do choque tornada visível. O mundo pintado com cores esplêndidas enquanto os corpos que o povoam permanecem insípidos e incolores. O mundo que espera por habitantes ainda perdidos na neurose.
Você explorará o conceito de Inesquecível em Agamben: aquilo que exige permanecer mesmo quando ninguém recorda. A memória como cinematógrafo interior em Bergson: o artista de si como aquele que acessa camadas intocadas do inconsciente para transvalorizar memórias antigas. E como cineastas como Antonioni, Ozu e Pasolini deram forma visual aos conceitos benjaminianos — às vezes antes mesmo de os termos encontrado nos textos.
Reler Benjamin através de Deleuze sobre o cinema é um trabalho que atualiza, complexifica e torna mais vivas as formulações do filósofo alemão.
03
Walter Benjamin, o sismógrafo da modernidade

O que aconteceu com a experiência humana na passagem para a modernidade?
Algo revolucionário, e não foi apenas uma mudança estética. Foi uma transformação radical da própria percepção. A convivência com os meios técnicos, a emergência das cidades, os transportes rápidos: o olhar, antes veículo de contemplação e adoração, cedeu lugar a uma existência mais tátil. Os choques passaram a ser físicos, a repercutir no corpo e não na alma.
Você investigará a figura do flâneur como última testemunha do mundo pré-industrial — aquele que ainda passeava com uma tartaruga na coleira, mostrando o ritmo menos acelerado com que conduzia sua vida. A distinção crucial entre Erfahrung (experiência transmissível) e Erlebnis (vivência atomizada). E o diálogo de Benjamin com Proust, Freud e Bergson sobre o novo sentido da experiência humana.
Benjamin leu Baudelaire como quem lê um sismógrafo: o poeta que captou os tremores da modernidade antes que o edifício desabasse. Você aprenderá a fazer o mesmo com a cultura do presente.
Uma arqueologia do presente
Este percurso reconstitui a categoria de Experiência em Walter Benjamin através de uma metodologia singular: a Arqueologia do Presente. Em vez de começar pelos textos canônicos dos anos 1930, partimos das releituras contemporâneas — Deleuze sobre o cinema, Agamben sobre a memória — para depois escavar as camadas mais profundas do pensamento benjaminiano.
Uma jornada que atravessa o cinema de autor (Antonioni, Ozu, Pasolini), a poesia de Baudelaire e a filosofia da memória para responder à pergunta que Benjamin nos legou: como a poesia lírica poderia estar fundamentada em uma experiência para a qual o choque se tornou a norma?
Você descobrirá por que os corpos modernos se tornaram incapazes de transformar vivência em experiência transmissível, como o cinema revelou essa condição antes mesmo da filosofia conseguir nomeá-la, e que ferramentas conceituais a arte contemporânea desenvolveu para responder à pobreza da experiência.
01
Contra a tempestade
Há uma tempestade que sopra do paraíso. Ela empurra o anjo de costas para o futuro enquanto as ruínas se acumulam diante de seus olhos. Ele gostaria de demorar-se, recolher os destroços, acordar os mortos. Mas a tempestade não o deixa.
O que proponho é assumirmos a posição do anjo. Estar no presente mas com o rosto voltado para Benjamin. O que veio depois — o cinema, os conceitos, os sucessores — é o ponto de onde olhamos. Benjamin é o que se revela a partir da escavação das ruínas.
Do cinema ao conceito, dos sucessores à matriz: um método arqueológico para compreender a experiência na modernidade.
02
Benjamin, o cinema e a experiência hoje

Por que começar pelo cinema para entender um filósofo dos anos 1930?
Porque Deleuze demonstrou que o cinema moderno traduziu em imagens o diagnóstico benjaminiano. A proliferação de "espaços quaisquer" — zonas desconectadas que produzem corpos errantes — é a experiência do choque tornada visível. O mundo pintado com cores esplêndidas enquanto os corpos que o povoam permanecem insípidos e incolores. O mundo que espera por habitantes ainda perdidos na neurose.
Você explorará o conceito de Inesquecível em Agamben: aquilo que exige permanecer mesmo quando ninguém recorda. A memória como cinematógrafo interior em Bergson: o artista de si como aquele que acessa camadas intocadas do inconsciente para transvalorizar memórias antigas. E como cineastas como Antonioni, Ozu e Pasolini deram forma visual aos conceitos benjaminianos — às vezes antes mesmo de os termos encontrado nos textos.
Reler Benjamin através de Deleuze sobre o cinema é um trabalho que atualiza, complexifica e torna mais vivas as formulações do filósofo alemão.
03
Walter Benjamin, o sismógrafo da modernidade

O que aconteceu com a experiência humana na passagem para a modernidade?
Algo revolucionário, e não foi apenas uma mudança estética. Foi uma transformação radical da própria percepção. A convivência com os meios técnicos, a emergência das cidades, os transportes rápidos: o olhar, antes veículo de contemplação e adoração, cedeu lugar a uma existência mais tátil. Os choques passaram a ser físicos, a repercutir no corpo e não na alma.
Você investigará a figura do flâneur como última testemunha do mundo pré-industrial — aquele que ainda passeava com uma tartaruga na coleira, mostrando o ritmo menos acelerado com que conduzia sua vida. A distinção crucial entre Erfahrung (experiência transmissível) e Erlebnis (vivência atomizada). E o diálogo de Benjamin com Proust, Freud e Bergson sobre o novo sentido da experiência humana.
Benjamin leu Baudelaire como quem lê um sismógrafo: o poeta que captou os tremores da modernidade antes que o edifício desabasse. Você aprenderá a fazer o mesmo com a cultura do presente.

Qual o valor de todo nosso patrimônio cultural se a experiência não mais o vincula a nós?
Experiência e pobreza, 1933

Qual o valor de todo nosso patrimônio cultural se a experiência não mais o vincula a nós?
Experiência e pobreza, 1933

Qual o valor de todo nosso patrimônio cultural se a experiência não mais o vincula a nós?
Experiência e pobreza, 1933
Transforme sua leitura da cultura contemporânea
Transforme sua experiência de aprendizado
Por que este curso é para você:
Compreenda a crise da experiência moderna: Descubra por que os corpos contemporâneos são incapazes de transformar vivência em experiência transmissível, e como isso se manifesta na clínica, na arte e na política.
Domine o vocabulário benjaminiano: Aproprie-se de conceitos como choque, aura, flânerie, experiência e pobreza da experiência com precisão teórica: ferramentas que você poderá mobilizar em análises culturais, textos acadêmicos ou reflexões clínicas.
Conecte filosofia, cinema e literatura: Aprenda a ler Antonioni, Ozu e Pasolini como tradutores visuais de Benjamin, e Baudelaire como o poeta que registrou a transformação antes que a filosofia conseguisse nomeá-la.
Desenvolva uma sintomatologia cultural: Entenda como ler os sintomas da cultura contemporânea através da lente benjaminiana: a desconexão entre saber e experiência que produz corpos atomizados, domesticados, incapazes de fabular.
Acesse o instrumental de Deleuze e Agamben: Descubra como os herdeiros contemporâneos de Benjamin atualizaram e complexificaram seu pensamento, e por que essa atualização é indispensável para quem quer operar com esses conceitos hoje.
Aulas gravadas e ao vivo
Materiais em PDF
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Acompanhamento do professor
Estudo aprofundado
A questão não é "ler Benjamin"
A questão não é "ler Benjamin"
Talvez você já tenha lido os ensaios canônicos. Talvez conheça os conceitos — aura, choque, flâneur — sem saber como utilizá-los. Talvez leia Benjamin sem as ferramentas para conectá-lo ao cinema, à literatura, à clínica, ao presente.
Talvez você já tenha lido os ensaios canônicos. Talvez conheça os conceitos — aura, choque, flâneur — sem saber como utilizá-los. Talvez leia Benjamin sem as ferramentas para conectá-lo ao cinema, à literatura, à clínica, ao presente.
Aliados às transformações no mundo como as lutas contra as ditaduras na América do Sul, pela Libertação dos países da África, pelos direitos civis nos EUA, a formação do Brasil e o pensamento dele decorrente não poderia vingar em termos sociais caso a politização deixasse de invadir o ateliê literário.


De qualquer forma, ninguém te mostrou como Deleuze e Agamben transformaram Benjamin em instrumental vivo, nem como o cinema de autor traduziu em imagens o que a filosofia levou décadas para formular.
Talvez você já tenha lido os ensaios canônicos. Talvez conheça os conceitos — aura, choque, flâneur — sem saber como utilizá-los. Talvez leia Benjamin sem as ferramentas para conectá-lo ao cinema, à literatura, à clínica, ao presente.
Aliados às transformações no mundo como as lutas contra as ditaduras na América do Sul, pela Libertação dos países da África, pelos direitos civis nos EUA, a formação do Brasil e o pensamento dele decorrente não poderia vingar em termos sociais caso a politização deixasse de invadir o ateliê literário.

De qualquer forma, ninguém te mostrou como Deleuze e Agamben transformaram Benjamin em instrumental vivo, nem como o cinema de autor traduziu em imagens o que a filosofia levou décadas para formular.
Autores
O que estão dizendo no curso

O homem, que não tem medo do desconhecido científico, tem medo do desconhecido moral.
Michelangelo Antonioni
Cineasta

As mídias adoram o cidadão indignado mas impotente. É o mesmo objetivo do telejornal. É a má memória, a que produz o homem do ressentimento.
Giorgio Agamben
Filósofo

O mundo é pintado com cores esplêndidas, enquanto os corpos que o povoam são insípidos e incolores. O mundo espera por seus habitantes, que ainda estão perdidos na neurose.
Gilles Deleuze
Filósofo

Minha auréola, em um brusco movimento, escorregou de minha cabeça e caiu na lama do macadame.
Charles Baudelaire
Poeta

Como a poesia lírica poderia estar fundamentada em uma experiência para a qual o choque se tornou a norma?
Walter Benjamin
Filósofo
Autores
O que estão dizendo no curso

O homem, que não tem medo do desconhecido científico, tem medo do desconhecido moral.
Michelangelo Antonioni
Cineasta

As mídias adoram o cidadão indignado mas impotente. É o mesmo objetivo do telejornal. É a má memória, a que produz o homem do ressentimento.
Giorgio Agamben
Filósofo

O mundo é pintado com cores esplêndidas, enquanto os corpos que o povoam são insípidos e incolores. O mundo espera por seus habitantes, que ainda estão perdidos na neurose.
Gilles Deleuze
Filósofo

Minha auréola, em um brusco movimento, escorregou de minha cabeça e caiu na lama do macadame.
Charles Baudelaire
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AULAS
Conteúdo Programático
Quem se inscrever ganhará uma aula ao vivo e, avançando no conteúdo, uma aula para dúvidas e aprofundamentos
Benjamin, o cinema e a experiência hoje
Baudelaire e a história literária
Aula 01
Baudelaire, memória e montagem
Aula 02
Benjamin: a porta estreita onde entra o Messias
Aula 03
De Deleuze a Agamben: espaços quaisquer e formas do tempo
Aula 04
De Ozu a Antonioni: a experiência reconfigurada
Aula 05
Cronos e Eros: Antonioni e A aventura
Aula 06
Walter Benjamin, o sismógrafo da modernidade
A boemia na Paris do Segundo Império
Aula 06
O flâneur na Paris do Segundo Império
Aula 07
A modernidade e a Paris do II Império
Aula 08
[1ª Parte] “Sobre alguns temas em Baudelaire”, de Walter Benjamin
Aula 09
[2ª Parte] “Sobre alguns temas em Baudelaire”, de Walter Benjamin
Aula 10
Estética e anestética: uma reconsideração de A obre de arte de Walter Benjamin
AULA EXTRA
AULAS
Conteúdo Programático
Quem se inscrever ganhará uma aula ao vivo e, avançando no conteúdo, uma aula para dúvidas e aprofundamentos
Benjamin, o cinema e a experiência hoje
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Rogério Mattos
Prof.º Dr.º

Rogério Mattos
Prof.º Dr.º

Rogério Mattos
Prof.º Dr.º
// QUEM CRIOU O CURSO //
// QUEM CRIOU O CURSO //
Rogério Mattos é doutor em Estudos Literários pela UFF e professor com quinze anos de experiência entre o ensino básico e superior, a educação pública e privada. Sua formação atravessa História (UERJ), Literatura Portuguesa (mestrado/UERJ) e História da África e do negro no Brasil (especialização/UCAM) — uma trajetória que recusa as fronteiras disciplinares que empobreceram o pensamento crítico brasileiro.
Desde 2016, desenvolve através d'O Abertinho uma prática ensaística que articula cinema, literatura e filosofia para pensar as transformações da experiência na modernidade. Seus textos circularam por veículos de divulgação científica e de ensaios políticos, e em diversos periódicos acadêmicos — sempre na fronteira entre rigor teórico e acessibilidade crítica.
Especialista nas relações entre Benjamin, Deleuze e o cinema de autor, sua abordagem conecta a sintomatologia benjaminiana da cultura com as inovações estéticas do pós-guerra e a filosofia contemporânea da memória. Entende que a "pobreza da experiência" diagnosticada por Benjamin não é apenas um conceito histórico, mas a chave para compreender os impasses clínicos, estéticos e políticos do presente.
Neste curso, mobiliza anos de leitura entre Benjamin, Deleuze, Agamben e Bergson para revelar como o conceito de Experiência atravessa filosofia, cinema e literatura — e por que dominá-lo é indispensável para quem quer pensar criticamente a cultura contemporânea.
Rogério Mattos é doutor em Estudos Literários pela UFF e professor com quinze anos de experiência entre o ensino básico e superior, a educação pública e privada. Sua formação atravessa História (UERJ), Literatura Portuguesa (mestrado/UERJ) e História da África e do negro no Brasil (especialização/UCAM) — uma trajetória que recusa as fronteiras disciplinares que empobreceram o pensamento crítico brasileiro.
Desde 2016, desenvolve através d'O Abertinho uma prática ensaística que articula cinema, literatura e filosofia para pensar as transformações da experiência na modernidade. Seus textos circularam por veículos de divulgação científica e de ensaios políticos, e em diversos periódicos acadêmicos — sempre na fronteira entre rigor teórico e acessibilidade crítica.
Especialista nas relações entre Benjamin, Deleuze e o cinema de autor, sua abordagem conecta a sintomatologia benjaminiana da cultura com as inovações estéticas do pós-guerra e a filosofia contemporânea da memória. Entende que a "pobreza da experiência" diagnosticada por Benjamin não é apenas um conceito histórico, mas a chave para compreender os impasses clínicos, estéticos e políticos do presente.
Neste curso, mobiliza anos de leitura entre Benjamin, Deleuze, Agamben e Bergson para revelar como o conceito de Experiência atravessa filosofia, cinema e literatura — e por que dominá-lo é indispensável para quem quer pensar criticamente a cultura contemporânea.
A pobreza da experiência não é apenas um conceito. É o diagnóstico do nosso tempo.
Inscreva-se agora, participe da aula ao vivo e garanta o desconto de 25%
O tema diagnostica do por Benjamin nos anos 1930 é relativamente difundido: corpos incapazes de transformar vivência em experiência, a linguagem que não se transmite, uma cultura desconectada e despolitizada. Mas você não vai encontrar esse percurso em outro lugar — a conexão entre Benjamin, Deleuze, Agamben e o cinema de autor como método de leitura da cultura contemporânea é um trabalho autoral desenvolvido ao longo de anos de pesquisa e ensino.
Quem se inscrever agora garante participação em uma aula ao vivo de abertura — um encontro para apresentar o percurso, conhecer os colegas e estabelecer as bases do estudo. E quem avançar no curso terá acesso a uma aula coletiva de aprofundamento: um encontro exclusivo para quem quiser ir além do material gravado.
Preço atual
oferta tradicional
de R$600
por R$600
por R$600
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+13 horas de aulas gravadas
Suporte do professor
A pobreza da experiência não é apenas um conceito. É o diagnóstico do nosso tempo.
Inscreva-se agora, participe da aula ao vivo e garanta o desconto de 25%
O tema diagnostica do por Benjamin nos anos 1930 é relativamente difundido: corpos incapazes de transformar vivência em experiência, a linguagem que não se transmite, uma cultura desconectada e despolitizada. Mas você não vai encontrar esse percurso em outro lugar — a conexão entre Benjamin, Deleuze, Agamben e o cinema de autor como método de leitura da cultura contemporânea é um trabalho autoral desenvolvido ao longo de anos de pesquisa e ensino.
Quem se inscrever agora garante participação em uma aula ao vivo de abertura — um encontro para apresentar o percurso, conhecer os colegas e estabelecer as bases do estudo. E quem avançar no curso terá acesso a uma aula coletiva de aprofundamento: um encontro exclusivo para quem quiser ir além do material gravado.
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