A estética da dependência

O cinema brasileiro como campo de disputas: do Cinema Marginal à Retomada

Este percurso reconstitui os debates que formaram o cinema brasileiro moderno. Uma jornada que atravessa dois momentos cruciais — a ruptura do Cinema Marginal com o Cinema Novo nos anos 1960-70 e os diagnósticos críticos sobre a Retomada nos anos 1990 — para compreender como a dependência estrutural se inscreve nas formas cinematográficas.


Explorando as relações entre estética, política e posição periférica através de Sganzerla, Bressane, Ivana Bentes, Ismail Xavier, Glauber e Coutinho, você descobrirá por que certas críticas ao cinema brasileiro já estavam plenamente desenvolvidas no auge do Cinema Novo, como o Cinema Marginal foi triplamente apagado da história oficial, e o que significa continuar operando sob o signo da dependência.

A estética da dependência

O cinema brasileiro como campo de disputas: do Cinema Marginal à Retomada

Este percurso reconstitui os debates que formaram o cinema brasileiro moderno. Uma jornada que atravessa dois momentos cruciais — a ruptura do Cinema Marginal com o Cinema Novo nos anos 1960-70 e os diagnósticos críticos sobre a Retomada nos anos 1990 — para compreender como a dependência estrutural se inscreve nas formas cinematográficas.


Explorando as relações entre estética, política e posição periférica através de Sganzerla, Bressane, Ivana Bentes, Ismail Xavier, Glauber e Coutinho, você descobrirá por que certas críticas ao cinema brasileiro já estavam plenamente desenvolvidas no auge do Cinema Novo, como o Cinema Marginal foi triplamente apagado da história oficial, e o que significa continuar operando sob o signo da dependência.

A estética da dependência

O cinema brasileiro como campo de disputas: do Cinema Marginal à Retomada

Este percurso reconstitui os debates que formaram o cinema brasileiro moderno. Uma jornada que atravessa dois momentos cruciais — a ruptura do Cinema Marginal com o Cinema Novo nos anos 1960-70 e os diagnósticos críticos sobre a Retomada nos anos 1990 — para compreender como a dependência estrutural se inscreve nas formas cinematográficas.


Explorando as relações entre estética, política e posição periférica através de Sganzerla, Bressane, Ivana Bentes, Ismail Xavier, Glauber e Coutinho, você descobrirá por que certas críticas ao cinema brasileiro já estavam plenamente desenvolvidas no auge do Cinema Novo, como o Cinema Marginal foi triplamente apagado da história oficial, e o que significa continuar operando sob o signo da dependência.

A visão comum

Não é incomum ver entre os estudantes do cinema brasileiro alguma nostalgia e admiração a respeito dos inícios do cinema moderno entre nós. Os "filmes do Glauber", as aspirações estéticas e políticas do Cinema Novo, toda uma história também sobre um mundo que se imaginou e que acabou não se concretizando.


As aspirações daqueles cineastas coincidiriam com as de um Brasil moderno e capaz de fazer da sétima arte uma arte de massas. Não que ela não tenha virado isso desde então, mas entre isso e ser uma arte de massas eminentemente brasileira e crítica a respeito da realidade do país vai uma grande distância.

01

Os diagnósticos da Retomada

Alguns críticos de cinema, a partir do período chamado da Retomada, acusaram a queda dos ideais cinemanovistas nas novas produções do período de redemocratização. Falou-se em "heróis ressentidos" e "cinema de resultado" (Ismail Xavier) e da passagem da estética da fome para uma "cosmética da fome".


A entrada da Globo Filmes na produção e distribuição, e dos serviços de streaming posteriormente, parece que acentuou ainda mais essa tendência.

Traçar uma estética da dependência é recuperar essas críticas de primeira mão ao que já então se considerava a nata da intelectualidade e da arte cinematográfica. E não só a crítica, mas a resposta no filme, na experimentação artística e em seus diversos riscos políticos, que eles propuseram.

02

O Cinema Marginal e a crítica ao Cinema Novo

Talvez não tenha existido de fato uma "decadência". Muitas das críticas ao cinema brasileiro que vieram décadas depois já estavam plenamente desenvolvidas em pleno auge do Cinema Novo.


Os cineastas ditos "marginais" sofreram um duplo, até triplo, apagamento: no momento em que seus trabalhos tinham mais sucesso, foram marginalizados pelos cinemanovistas; a crítica que veio depois não os considerou (com raras exceções) quando faziam o balanço da história do cinema brasileiro; e seus filmes, proscritos, foram sendo restaurados pouco a pouco. Não tiveram público posterior porque o que fizeram ficou por décadas indisponível para o público.

03

O retorno da estética pecaminosa

Por outro lado, Eduardo Coutinho leva o documentário ao limite. Não como evolução do gênero, mas como recapitulação: o passado reencontra o presente e se torna inacabado. A forma entrevista, tensionada, abre espaço para o outro falar sem que uma voz over precise explicar o filme.


E cineastas como Cláudio Assis e Karim Aïnouz retomam a estética marginal por outras vias. Assis filma o ser humano como estômago e sexo, sem vitimizar nem condenar — o amarelo de Amarelo Manga é a cor da doença, do desbotado, da miséria que não pede redenção.


Aïnouz faz de Madame Satã uma necessidade: o personagem negro homossexual que o cinema da Retomada não tinha como figurar. Em Céu de Sueli, o real aparece pelo preço das coisas — corpos moldados por carboidrato, roupas deformadas, cores de loja de variedades.


São invasões: figuras marginalizadas entrando nos espaços de onde foram excluídas. O cinema como gesto de ocupação.

A visão comum

Não é incomum ver entre os estudantes do cinema brasileiro alguma nostalgia e admiração a respeito dos inícios do cinema moderno entre nós. Os "filmes do Glauber", as aspirações estéticas e políticas do Cinema Novo, toda uma história também sobre um mundo que se imaginou e que acabou não se concretizando.


As aspirações daqueles cineastas coincidiriam com as de um Brasil moderno e capaz de fazer da sétima arte uma arte de massas. Não que ela não tenha virado isso desde então, mas entre isso e ser uma arte de massas eminentemente brasileira e crítica a respeito da realidade do país vai uma grande distância.

01

Os diagnósticos da Retomada

Alguns críticos de cinema, a partir do período chamado da Retomada, acusaram a queda dos ideais cinemanovistas nas novas produções do período de redemocratização. Falou-se em "heróis ressentidos" e "cinema de resultado" (Ismail Xavier) e da passagem da estética da fome para uma "cosmética da fome".


A entrada da Globo Filmes na produção e distribuição, e dos serviços de streaming posteriormente, parece que acentuou ainda mais essa tendência.

Traçar uma estética da dependência é recuperar essas críticas de primeira mão ao que já então se considerava a nata da intelectualidade e da arte cinematográfica. E não só a crítica, mas a resposta no filme, na experimentação artística e em seus diversos riscos políticos, que eles propuseram.

02

O Cinema Marginal e a crítica ao Cinema Novo

Talvez não tenha existido de fato uma "decadência". Muitas das críticas ao cinema brasileiro que vieram décadas depois já estavam plenamente desenvolvidas em pleno auge do Cinema Novo.


Os cineastas ditos "marginais" sofreram um duplo, até triplo, apagamento: no momento em que seus trabalhos tinham mais sucesso, foram marginalizados pelos cinemanovistas; a crítica que veio depois não os considerou (com raras exceções) quando faziam o balanço da história do cinema brasileiro; e seus filmes, proscritos, foram sendo restaurados pouco a pouco. Não tiveram público posterior porque o que fizeram ficou por décadas indisponível para o público.

03

O retorno da estética pecaminosa

Por outro lado, Eduardo Coutinho leva o documentário ao limite. Não como evolução do gênero, mas como recapitulação: o passado reencontra o presente e se torna inacabado. A forma entrevista, tensionada, abre espaço para o outro falar sem que uma voz over precise explicar o filme.


E cineastas como Cláudio Assis e Karim Aïnouz retomam a estética marginal por outras vias. Assis filma o ser humano como estômago e sexo, sem vitimizar nem condenar — o amarelo de Amarelo Manga é a cor da doença, do desbotado, da miséria que não pede redenção.


Aïnouz faz de Madame Satã uma necessidade: o personagem negro homossexual que o cinema da Retomada não tinha como figurar. Em Céu de Sueli, o real aparece pelo preço das coisas — corpos moldados por carboidrato, roupas deformadas, cores de loja de variedades.


São invasões: figuras marginalizadas entrando nos espaços de onde foram excluídas. O cinema como gesto de ocupação.

A visão comum

Não é incomum ver entre os estudantes do cinema brasileiro alguma nostalgia e admiração a respeito dos inícios do cinema moderno entre nós. Os "filmes do Glauber", as aspirações estéticas e políticas do Cinema Novo, toda uma história também sobre um mundo que se imaginou e que acabou não se concretizando.


As aspirações daqueles cineastas coincidiriam com as de um Brasil moderno e capaz de fazer da sétima arte uma arte de massas. Não que ela não tenha virado isso desde então, mas entre isso e ser uma arte de massas eminentemente brasileira e crítica a respeito da realidade do país vai uma grande distância.

01

Os diagnósticos da Retomada

Alguns críticos de cinema, a partir do período chamado da Retomada, acusaram a queda dos ideais cinemanovistas nas novas produções do período de redemocratização. Falou-se em "heróis ressentidos" e "cinema de resultado" (Ismail Xavier) e da passagem da estética da fome para uma "cosmética da fome".


A entrada da Globo Filmes na produção e distribuição, e dos serviços de streaming posteriormente, parece que acentuou ainda mais essa tendência.

Traçar uma estética da dependência é recuperar essas críticas de primeira mão ao que já então se considerava a nata da intelectualidade e da arte cinematográfica. E não só a crítica, mas a resposta no filme, na experimentação artística e em seus diversos riscos políticos, que eles propuseram.

02

O Cinema Marginal e a crítica ao Cinema Novo

Talvez não tenha existido de fato uma "decadência". Muitas das críticas ao cinema brasileiro que vieram décadas depois já estavam plenamente desenvolvidas em pleno auge do Cinema Novo.


Os cineastas ditos "marginais" sofreram um duplo, até triplo, apagamento: no momento em que seus trabalhos tinham mais sucesso, foram marginalizados pelos cinemanovistas; a crítica que veio depois não os considerou (com raras exceções) quando faziam o balanço da história do cinema brasileiro; e seus filmes, proscritos, foram sendo restaurados pouco a pouco. Não tiveram público posterior porque o que fizeram ficou por décadas indisponível para o público.

03

O retorno da estética pecaminosa

Por outro lado, Eduardo Coutinho leva o documentário ao limite. Não como evolução do gênero, mas como recapitulação: o passado reencontra o presente e se torna inacabado. A forma entrevista, tensionada, abre espaço para o outro falar sem que uma voz over precise explicar o filme.


E cineastas como Cláudio Assis e Karim Aïnouz retomam a estética marginal por outras vias. Assis filma o ser humano como estômago e sexo, sem vitimizar nem condenar — o amarelo de Amarelo Manga é a cor da doença, do desbotado, da miséria que não pede redenção.


Aïnouz faz de Madame Satã uma necessidade: o personagem negro homossexual que o cinema da Retomada não tinha como figurar. Em Céu de Sueli, o real aparece pelo preço das coisas — corpos moldados por carboidrato, roupas deformadas, cores de loja de variedades.


São invasões: figuras marginalizadas entrando nos espaços de onde foram excluídas. O cinema como gesto de ocupação.

antonio-candido
Eu escolho o subdesenvolvimento não só como condição, mas também como escolha do filme. Então os filmes são subdesenvolvidos por natureza e vocação.

Sganzerla, Entrevista ao Pasquim (1970)

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Eu escolho o subdesenvolvimento não só como condição, mas também como escolha do filme. Então os filmes são subdesenvolvidos por natureza e vocação.

Sganzerla, Entrevista ao Pasquim (1970)

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Eu escolho o subdesenvolvimento não só como condição, mas também como escolha do filme. Então os filmes são subdesenvolvidos por natureza e vocação.

Sganzerla, Entrevista ao Pasquim (1970)

Por que este curso é para você:

Por que este curso é para você:

Suspenda a narrativa da queda e da nostalgia: Compreenda por que a história do cinema brasileiro não é uma linha evolutiva que termina em decadência, mas um campo de projetos concorrentes.

Recoloque o Cinema Marginal no centro: Descubra a crítica que foi feita ao Cinema Novo no calor da hora e que ficou décadas indisponível.

Domine os diagnósticos críticos: Aprenda a usar categorias como "cosmética da fome", "herói ressentido" e "cinema de resultados" para analisar filmes antigos e contemporâneos.

Leia escolhas formais como decisões políticas: Entenda por que excesso, precariedade, humor, violência e corpo não são ornamentos, mas argumentos.

Conecte debates antigos com o presente: Veja como os problemas reaparecem sempre que o cinema brasileiro entra em um novo ciclo de sucesso.

Aulas ao vivo e gravadas

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Estudo aprofundado

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Veja abaixo as informações sobre formato, datas e tempo de acesso.

Aulas ao vivo

Fevereiro/26

As aulas serão em janeiro e o dia e hora serão combinados com os participantes.

Aulas gravadas

Acesse quando quiser

As aulas gravadas ficam disponíveis assim que a inscrição for realizada. Você já pode mergulhar no tema antes da aulas ao vivo

Tempo de acesso

6 meses

Durante esse tempo, participa da comunidade de minha escola, A Engenhoca, e tenha acesso direto ao professor para dúvidas e aprofundamento d eestudos

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AULAS

Conteúdo Programático

O curso está dividido em duas etapas com os seguintes temas e aulas

Uma estética pecaminosa?

Eduardo Coutinho e a recapitulação da história do cinema nacional

Aula 01

Figurar os povos como ato de resistência

Aula 02

O discurso indireto livre e a criação do Cinema de Poesia

Aula 03

Arte engajada e cultura política no Brasil

Aula 04

Cinema e a ascensão do herói ressentido

Aula 05

Arte de massas: música e cinema na história brasileira

Aula 06

O retorno da estética pecaminosa

Aula 07

Dependência e marginalidade

Metafísica Udigrudi

Aula 01

Sônia Silk: de Elza Soares a Miss Prado Jr.

Aula 02

A estética anti-colonial em Copacabana Mon Amour

Aula 03 (ao vivo)

O heretodiscurso em Sem essa, Aranha

Aula 04 (ao vivo)

O fim e o princípio: Re-Visão de Eduardo Coutinho

Aula 05

Kleber Mendonça Filho e a subversão como nicho

Aula 06

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O cinema brasileiro não esperou. Sua formação crítica também não deveria.

Inscreva-se agora

Pensar cinema brasileiro não precisa ser privilégio acadêmico nem conversa rasa de roda social. Dá para endurecer o pensamento sem perder a ternura. Dá para ser exigente sem ser hermético. Dá para gostar, mas também saber por quê.


Se você sente que falta exatamente isso: ferramentas afiadas, categorias vivas e história usada como instrumento crítico.


O próximo passo é simples.

Investimento

em até 12x

de R$600

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13 aulas ao vivo e gravadas

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Rogério Mattos

Prof.º Dr.º

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Rogério Mattos

Prof.º Dr.º

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// QUEM CRIOU O CURSO //

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Sou doutor em Estudos Literários pela UFF, com formação que atravessa História, Literatura Portuguesa e História da África. Quinze anos entre sala de aula e pesquisa, ensino básico e superior, educação pública e privada.

Mas o que me move não cabe no currículo: é esse modo de pensar que faz as disciplinas perderem o contorno. Ver o Cinema Marginal não como curiosidade histórica, mas como crítica viva. Perceber em Coutinho um dispositivo que desmonta o olhar colonizador. Reconhecer que as disputas de 1970 ainda estão em jogo.


Desde 2016, cultivo isso através d'O Abertinho — textos que circularam por Teoria e Debate, Brasil de Fato, GGN e periódicos acadêmicos. Sempre na fronteira entre rigor teórico e intervenção crítica. Sempre recusando a separação entre pensar e agir.


Se algo aqui ressoou, é porque esse modo de pensar chama outro. Pensamento vivo sempre funciona assim..

Sou doutor em Estudos Literários pela UFF, com formação que atravessa História, Literatura Portuguesa e História da África. Quinze anos entre sala de aula e pesquisa, ensino básico e superior, educação pública e privada.

Mas o que me move não cabe no currículo: é esse modo de pensar que faz as disciplinas perderem o contorno. Ver o Cinema Marginal não como curiosidade histórica, mas como crítica viva. Perceber em Coutinho um dispositivo que desmonta o olhar colonizador. Reconhecer que as disputas de 1970 ainda estão em jogo.


Desde 2016, cultivo isso através d'O Abertinho — textos que circularam por Teoria e Debate, Brasil de Fato, GGN e periódicos acadêmicos. Sempre na fronteira entre rigor teórico e intervenção crítica. Sempre recusando a separação entre pensar e agir.


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O Cinema Marginal foi triplamente apagado. Você tem as ferramentas para recuperá-lo?

Poupe seu tempo e sua inteligência com buscas infrutíferas. Alie sua capacidade analítica com a potência crítica do curso

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