A linguagem de poesia
O modo de pensar que faz as disciplinas perderem o contorno
por Rogério Mattos

A linguagem de poesia
O modo de pensar que faz as disciplinas perderem o contorno
por Rogério Mattos

A linguagem de poesia
O modo de pensar que faz as disciplinas perderem o contorno
por Rogério Mattos

Você já percebeu que existem modos de pensar que abrem portas que você nem sabia que existiam?
Às vezes é um encontro rápido: alguém liga Pasolini a Coutinho, ou corta do imperialismo cultural ao cinema marginal brasileiro sem pedir permissão às fronteiras disciplinares. E algo em você desperta: "ninguém fala assim sobre isso". Não é que te faltasse conteúdo. Faltava esse modo de ver as coisas.
Talvez você conheça bem a sensação anterior a esse encontro. Não é uma frustração ou incapacidade, mas uma intuição silenciosa. Você lê, assiste, pesquisa, ensina, escreve… Ainda assim, sente que está circulando nas mesmas categorias de sempre. Você sabe que existe mais aí, mas talvez não saiba dar nomes a esse "quê".
Quando esse novo olhar se abre, algo muda de eixo. Não é maior clareza ou segurança. Trata-se de abertura. É perceber que o cinema, a literatura, a história e vida nunca estiveram tão separados quanto te ensinaram.
Que as narrativas não servem apenas para significar, mas para produzir efeitos: nos assujeitar ou nos libertar. Que a pergunta mais fértil não é "o que isso quer dizer?", mas "o que isso faz funcionar?".
//

É esse modo de pensar que cultivo há anos: não juntar disciplinas, mas fazê-las perder o contorno. Ver Pasolini como alguém que interroga a cultura de modo tão incisivo que acaba por atravessar fronteiras; perceber em Eduardo Coutinho um dispositivo de escuta que desmonta o olhar colonizador; reconhecer no cinema marginal brasileiro o gesto que faz a língua gritar, que cria um terceiro sentido entre palavra e imagem.
Dei um nome para isso, narrativa descolonizadora. Não é um método fechado ou teoria pronta. É a capacidade de identificar o que coloniza (a homogeneização que apaga dialetos, a hierarquização que separa quem narra de quem é narrado) e criar condições para que outra coisa emerja. Para que a língua gagueje. Para que o povo fabule o próprio mundo.
Se você quiser começar a criar nessa frequência, há um caminho: primeiro, desconfiar das separações que pareciam naturais. Depois, observar não só o que uma obra diz, mas como ela funciona. Em seguida, buscar aquilo que ninguém conecta, isto é, as costuras vivas, não as categorias mortas. E entender que isso exige tempo, companhia, fricção, referências que se cruzam, camadas que vão se sobrepondo até que, um dia, você percebe que pensa diferente sem ter notado o momento exato da virada.
//

Quando essa mudança começa, tudo se desloca. Você lê e vê camadas que antes estavam invisíveis. Ao preparar uma aula, atender um paciente, escrever um texto, você encontra um repertório mais vivo, mais imprevisível. As conexões surgem onde antes haviam muros. A alegria do pensamento em movimento aparece, aquela pequena euforia de quem descobre algo que não sabia que procurava.
E a fome não diminui, mas aumenta.
Tem quem esteja montando um curta e me diga que as aulas estão ajudando a lapidar o próprio fazer artístico. Tem quem reconheça a seriedade do olhar e o impacto direto no trabalho. Tem professor experiente dizendo que as aulas são espetaculares. Tem quem encontre, nas discussões, uma expansão real de repertório. Tem quem saia dos encontros dizendo que foram prazerosos, densos, variados — atravessando cinema, fotografia, história, literatura, artes.
É o pensamento vivo em circulação.
*
Este percurso condensa esse modo de pensar em três aulas gravadas e dois encontros ao vivo.
Atravessamos Pasolini e o discurso indireto livre — quando a palavra diz uma coisa e a imagem mostra outra, e nenhuma das duas mente. Passamos pela frustração do Cinema Novo e a virada de Coutinho — a câmera digital que permitiu que o tempo ressurgisse, a entrevista que virou diálogo, o documentário que deixou de explicar para deixar fabular. E chegamos ao autor como intercessor: não mais etnólogo do povo, mas alguém que cria condições para que os inclassificáveis produzam seus próprios enunciados.
Não se trata de um acúmulo de referências, mas do encontro com os conceitos certos, na hora certa, para que você desenvolva sua própria capacidade de identificar o que coloniza e criar as condições para a fabulação.
Você já percebeu que existem modos de pensar que abrem portas que você nem sabia que existiam?
Às vezes é um encontro rápido: alguém liga Pasolini a Coutinho, ou corta do imperialismo cultural ao cinema marginal brasileiro sem pedir permissão às fronteiras disciplinares. E algo em você desperta: "ninguém fala assim sobre isso". Não é que te faltasse conteúdo. Faltava esse modo de ver as coisas.
Talvez você conheça bem a sensação anterior a esse encontro. Não é uma frustração ou incapacidade, mas uma intuição silenciosa. Você lê, assiste, pesquisa, ensina, escreve… Ainda assim, sente que está circulando nas mesmas categorias de sempre. Você sabe que existe mais aí, mas talvez não saiba dar nomes a esse "quê".
Quando esse novo olhar se abre, algo muda de eixo. Não é maior clareza ou segurança. Trata-se de abertura. É perceber que o cinema, a literatura, a história e vida nunca estiveram tão separados quanto te ensinaram.
Que as narrativas não servem apenas para significar, mas para produzir efeitos: nos assujeitar ou nos libertar. Que a pergunta mais fértil não é "o que isso quer dizer?", mas "o que isso faz funcionar?".
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É esse modo de pensar que cultivo há anos: não juntar disciplinas, mas fazê-las perder o contorno. Ver Pasolini como alguém que interroga a cultura de modo tão incisivo que acaba por atravessar fronteiras; perceber em Eduardo Coutinho um dispositivo de escuta que desmonta o olhar colonizador; reconhecer no cinema marginal brasileiro o gesto que faz a língua gritar, que cria um terceiro sentido entre palavra e imagem.
Dei um nome para isso, narrativa descolonizadora. Não é um método fechado ou teoria pronta. É a capacidade de identificar o que coloniza (a homogeneização que apaga dialetos, a hierarquização que separa quem narra de quem é narrado) e criar condições para que outra coisa emerja. Para que a língua gagueje. Para que o povo fabule o próprio mundo.
Se você quiser começar a criar nessa frequência, há um caminho: primeiro, desconfiar das separações que pareciam naturais. Depois, observar não só o que uma obra diz, mas como ela funciona. Em seguida, buscar aquilo que ninguém conecta, isto é, as costuras vivas, não as categorias mortas. E entender que isso exige tempo, companhia, fricção, referências que se cruzam, camadas que vão se sobrepondo até que, um dia, você percebe que pensa diferente sem ter notado o momento exato da virada.
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Quando essa mudança começa, tudo se desloca. Você lê e vê camadas que antes estavam invisíveis. Ao preparar uma aula, atender um paciente, escrever um texto, você encontra um repertório mais vivo, mais imprevisível. As conexões surgem onde antes haviam muros. A alegria do pensamento em movimento aparece, aquela pequena euforia de quem descobre algo que não sabia que procurava.
E a fome não diminui, mas aumenta.
Tem quem esteja montando um curta e me diga que as aulas estão ajudando a lapidar o próprio fazer artístico. Tem quem reconheça a seriedade do olhar e o impacto direto no trabalho. Tem professor experiente dizendo que as aulas são espetaculares. Tem quem encontre, nas discussões, uma expansão real de repertório. Tem quem saia dos encontros dizendo que foram prazerosos, densos, variados — atravessando cinema, fotografia, história, literatura, artes.
É o pensamento vivo em circulação.
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Este percurso condensa esse modo de pensar em três aulas gravadas e dois encontros ao vivo.
Atravessamos Pasolini e o discurso indireto livre — quando a palavra diz uma coisa e a imagem mostra outra, e nenhuma das duas mente. Passamos pela frustração do Cinema Novo e a virada de Coutinho — a câmera digital que permitiu que o tempo ressurgisse, a entrevista que virou diálogo, o documentário que deixou de explicar para deixar fabular. E chegamos ao autor como intercessor: não mais etnólogo do povo, mas alguém que cria condições para que os inclassificáveis produzam seus próprios enunciados.
Não se trata de um acúmulo de referências, mas do encontro com os conceitos certos, na hora certa, para que você desenvolva sua própria capacidade de identificar o que coloniza e criar as condições para a fabulação.
Você já percebeu que existem modos de pensar que abrem portas que você nem sabia que existiam?
Às vezes é um encontro rápido: alguém liga Pasolini a Coutinho, ou corta do imperialismo cultural ao cinema marginal brasileiro sem pedir permissão às fronteiras disciplinares. E algo em você desperta: "ninguém fala assim sobre isso". Não é que te faltasse conteúdo. Faltava esse modo de ver as coisas.
Talvez você conheça bem a sensação anterior a esse encontro. Não é uma frustração ou incapacidade, mas uma intuição silenciosa. Você lê, assiste, pesquisa, ensina, escreve… Ainda assim, sente que está circulando nas mesmas categorias de sempre. Você sabe que existe mais aí, mas talvez não saiba dar nomes a esse "quê".
Quando esse novo olhar se abre, algo muda de eixo. Não é maior clareza ou segurança. Trata-se de abertura. É perceber que o cinema, a literatura, a história e vida nunca estiveram tão separados quanto te ensinaram.
Que as narrativas não servem apenas para significar, mas para produzir efeitos: nos assujeitar ou nos libertar. Que a pergunta mais fértil não é "o que isso quer dizer?", mas "o que isso faz funcionar?".
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É esse modo de pensar que cultivo há anos: não juntar disciplinas, mas fazê-las perder o contorno. Ver Pasolini como alguém que interroga a cultura de modo tão incisivo que acaba por atravessar fronteiras; perceber em Eduardo Coutinho um dispositivo de escuta que desmonta o olhar colonizador; reconhecer no cinema marginal brasileiro o gesto que faz a língua gritar, que cria um terceiro sentido entre palavra e imagem.
Dei um nome para isso, narrativa descolonizadora. Não é um método fechado ou teoria pronta. É a capacidade de identificar o que coloniza (a homogeneização que apaga dialetos, a hierarquização que separa quem narra de quem é narrado) e criar condições para que outra coisa emerja. Para que a língua gagueje. Para que o povo fabule o próprio mundo.
Se você quiser começar a criar nessa frequência, há um caminho: primeiro, desconfiar das separações que pareciam naturais. Depois, observar não só o que uma obra diz, mas como ela funciona. Em seguida, buscar aquilo que ninguém conecta, isto é, as costuras vivas, não as categorias mortas. E entender que isso exige tempo, companhia, fricção, referências que se cruzam, camadas que vão se sobrepondo até que, um dia, você percebe que pensa diferente sem ter notado o momento exato da virada.
//

Quando essa mudança começa, tudo se desloca. Você lê e vê camadas que antes estavam invisíveis. Ao preparar uma aula, atender um paciente, escrever um texto, você encontra um repertório mais vivo, mais imprevisível. As conexões surgem onde antes haviam muros. A alegria do pensamento em movimento aparece, aquela pequena euforia de quem descobre algo que não sabia que procurava.
E a fome não diminui, mas aumenta.
Tem quem esteja montando um curta e me diga que as aulas estão ajudando a lapidar o próprio fazer artístico. Tem quem reconheça a seriedade do olhar e o impacto direto no trabalho. Tem professor experiente dizendo que as aulas são espetaculares. Tem quem encontre, nas discussões, uma expansão real de repertório. Tem quem saia dos encontros dizendo que foram prazerosos, densos, variados — atravessando cinema, fotografia, história, literatura, artes.
É o pensamento vivo em circulação.
*
Este percurso condensa esse modo de pensar em três aulas gravadas e dois encontros ao vivo.
Atravessamos Pasolini e o discurso indireto livre — quando a palavra diz uma coisa e a imagem mostra outra, e nenhuma das duas mente. Passamos pela frustração do Cinema Novo e a virada de Coutinho — a câmera digital que permitiu que o tempo ressurgisse, a entrevista que virou diálogo, o documentário que deixou de explicar para deixar fabular. E chegamos ao autor como intercessor: não mais etnólogo do povo, mas alguém que cria condições para que os inclassificáveis produzam seus próprios enunciados.
Não se trata de um acúmulo de referências, mas do encontro com os conceitos certos, na hora certa, para que você desenvolva sua própria capacidade de identificar o que coloniza e criar as condições para a fabulação.
Do consumo sofisticado à intervenção crítica
Do consumo sofisticado à intervenção crítica
Do consumo sofisticado à intervenção crítica
o percurso
o percurso
o percurso
Organizei o estudo desse tema em três aulas gravadas e uma ao vivo
Organizei o estudo desse tema em três aulas gravadas e uma ao vivo
Aula gravadas
Aula gravadas
Aula gravadas
A câmera livre e o cinema brasileiro
A estética pecaminosa de Coutinho
O autor como intercessor
A câmera livre e o cinema brasileiro
A estética pecaminosa de Coutinho
O autor como intercessor
aula ao vivo
aula ao vivo
aula ao vivo
A narrativa descolonizadora e a linguagem de poesia
Para quem é este curso
Para quem é este curso
Para quem reconhece que algo importante está acontecendo — num filme, num romance, num documentário — mas não consegue articular o quê. Para quem consome cultura sofisticadamente mas quer passar à intervenção crítica.
Qualquer pessoa que sinta que está orbitando as mesmas categorias de sempre — e intua que há mais ali.
Para quem reconhece que algo importante está acontecendo — num filme, num romance, num documentário — mas não consegue articular o quê. Para quem consome cultura sofisticadamente mas quer passar à intervenção crítica.
Qualquer pessoa que sinta que está orbitando as mesmas categorias de sempre — e intua que há mais ali.
Para quem reconhece que algo importante está acontecendo — num filme, num romance, num documentário — mas não consegue articular o quê. Para quem consome cultura sofisticadamente mas quer passar à intervenção crítica.
Qualquer pessoa que sinta que está orbitando as mesmas categorias de sempre — e intua que há mais ali.
O que você leva
O que você leva
O que você leva
Vocabulário para nomear operações quando você as encontra. Capacidade de identificar o que coloniza — homogeneização e hierarquização — em filmes, textos e na sua própria prática.
Instrumentos para criar condições em vez de explicar. Para dar-se intercessores em vez de fazer-se etnólogo. Para sair da posição de quem fala SOBRE e abrir espaço para que o outro fabule.
Vocabulário para nomear operações quando você as encontra. Capacidade de identificar o que coloniza — homogeneização e hierarquização — em filmes, textos e na sua própria prática.
Instrumentos para criar condições em vez de explicar. Para dar-se intercessores em vez de fazer-se etnólogo. Para sair da posição de quem fala SOBRE e abrir espaço para que o outro fabule.
Vocabulário para nomear operações quando você as encontra. Capacidade de identificar o que coloniza — homogeneização e hierarquização — em filmes, textos e na sua própria prática.
Instrumentos para criar condições em vez de explicar. Para dar-se intercessores em vez de fazer-se etnólogo. Para sair da posição de quem fala SOBRE e abrir espaço para que o outro fabule.
Se alguma coisa aqui abriu uma porta em você, talvez seja hora de atravessá-la.
Quem se inscrever agora participa dos dois encontros ao vivo e garante o valor promocional. Não é urgência fabricada — é que os encontros ao vivo têm data, e pensar junto é diferente de assistir depois.
Se você conhece alguém que pensa bonito e merecia essa conversa, envia para ele. Pensamento vivo sempre chama outro.
Preço atual
30% Off
R$210
R$300
por R$210
Faça um pagamento seguro e facilitado
Comunidade dedicada
Suporte do professor
Materiais complementares
90 dias de acesso
Se alguma coisa aqui abriu uma porta em você, talvez seja hora de atravessá-la.
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Se você conhece alguém que pensa bonito e merecia essa conversa, envia para ele. Pensamento vivo sempre chama outro.
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Rogério Mattos
Prof.º Dr.º

Rogério Mattos
Prof.º Dr.º

Rogério Mattos
Prof.º Dr.º
// QUEM CRIOU as aulas //
// QUEM CRIOU as aulas //
Sou doutor em Estudos Literários pela UFF, com formação que atravessa História, Literatura Portuguesa e História da África. Quinze anos entre sala de aula e pesquisa, ensino básico e superior, educação pública e privada.
Mas o que me move não cabe no currículo: é esse modo de pensar que faz as disciplinas perderem o contorno. Ver Pasolini como quem interroga a cultura atravessando fronteiras. Perceber em Coutinho um dispositivo que desmonta o olhar colonizador. Reconhecer nos Racionais o gesto da literatura menor.
Desde 2016, cultivo isso através d'O Abertinho — textos que circularam por Teoria e Debate, Brasil de Fato, GGN e periódicos acadêmicos. Sempre na fronteira entre rigor teórico e intervenção crítica. Sempre recusando a separação entre pensar e agir.
Se algo aqui ressoou, é porque esse modo de pensar chama outro. Pensamento vivo sempre funciona assim.
Sou doutor em Estudos Literários pela UFF, com formação que atravessa História, Literatura Portuguesa e História da África. Quinze anos entre sala de aula e pesquisa, ensino básico e superior, educação pública e privada.
Mas o que me move não cabe no currículo: é esse modo de pensar que faz as disciplinas perderem o contorno. Ver Pasolini como quem interroga a cultura atravessando fronteiras. Perceber em Coutinho um dispositivo que desmonta o olhar colonizador. Reconhecer nos Racionais o gesto da literatura menor.
Desde 2016, cultivo isso através d'O Abertinho — textos que circularam por Teoria e Debate, Brasil de Fato, GGN e periódicos acadêmicos. Sempre na fronteira entre rigor teórico e intervenção crítica. Sempre recusando a separação entre pensar e agir.
Se algo aqui ressoou, é porque esse modo de pensar chama outro. Pensamento vivo sempre funciona assim.
Sou doutor em Estudos Literários pela UFF, com formação que atravessa História, Literatura Portuguesa e História da África. Quinze anos entre sala de aula e pesquisa, ensino básico e superior, educação pública e privada.
Mas o que me move não cabe no currículo: é esse modo de pensar que faz as disciplinas perderem o contorno. Ver Pasolini como quem interroga a cultura atravessando fronteiras. Perceber em Coutinho um dispositivo que desmonta o olhar colonizador. Reconhecer nos Racionais o gesto da literatura menor.
Desde 2016, cultivo isso através d'O Abertinho — textos que circularam por Teoria e Debate, Brasil de Fato, GGN e periódicos acadêmicos. Sempre na fronteira entre rigor teórico e intervenção crítica. Sempre recusando a separação entre pensar e agir.
Se algo aqui ressoou, é porque esse modo de pensar chama outro. Pensamento vivo sempre funciona assim.
Não perca tempo!
Conheça a abordagem única entre literatura, história e cinema através d'A narrativa descolonizadora
Não perca tempo!
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