
Estética e política
Literatura menor: de Kafka ao Brasil
A literatura menor não é literatura ruim, "menor", mas é uma literatura que faz a língua gaguejar, que leva a sintaxe para o deserto, que transforma o pessoal em coletivo sem pedir licença. Kafka tensionando o alemão, Racionais MC's explorando o fim da canção brasileira, Beatriz Nascimento escrevendo história como quem escreve poesia porque a historiografia não tinha palavras para o que ela precisava dizer.
Este percurso não vai te ensinar a "expandir horizontes" nem a "questionar paradigmas". Vai te dar ferramentas afiadas para entender por que certa literatura precisa rasgar a língua para existir. E por que, no Brasil, essa literatura transbordou da prosa escrita e foi parar na música, no cinema, na luta. Deleuze e Guattari disseram: "Só o menor é grande e revolucionário". Prepare-se para entender por quê.
Estética e política
Literatura menor: de Kafka ao Brasil
A literatura menor não é literatura ruim, "menor", mas é uma literatura que faz a língua gaguejar, que leva a sintaxe para o deserto, que transforma o pessoal em coletivo sem pedir licença. Kafka tensionando o alemão, Racionais MC's explorando o fim da canção brasileira, Beatriz Nascimento escrevendo história como quem escreve poesia porque a historiografia não tinha palavras para o que ela precisava dizer.
Este percurso não vai te ensinar a "expandir horizontes" nem a "questionar paradigmas". Vai te dar ferramentas afiadas para entender por que certa literatura precisa rasgar a língua para existir. E por que, no Brasil, essa literatura transbordou da prosa escrita e foi parar na música, no cinema, na luta. Deleuze e Guattari disseram: "Só o menor é grande e revolucionário". Prepare-se para entender por quê.
Estética e política
Literatura menor: de Kafka ao Brasil
A literatura menor não é literatura ruim, "menor", mas é uma literatura que faz a língua gaguejar, que leva a sintaxe para o deserto, que transforma o pessoal em coletivo sem pedir licença. Kafka tensionando o alemão, Racionais MC's explorando o fim da canção brasileira, Beatriz Nascimento escrevendo história como quem escreve poesia porque a historiografia não tinha palavras para o que ela precisava dizer.
Este percurso não vai te ensinar a "expandir horizontes" nem a "questionar paradigmas". Vai te dar ferramentas afiadas para entender por que certa literatura precisa rasgar a língua para existir. E por que, no Brasil, essa literatura transbordou da prosa escrita e foi parar na música, no cinema, na luta. Deleuze e Guattari disseram: "Só o menor é grande e revolucionário". Prepare-se para entender por quê.
O que você vai aprender:
Veja três características principais do curso

01
Por que Kafka precisou rasgar o alemão
Literatura menor emerge quando a língua padrão não serve mais. Quando Kafka escreve em alemão sendo judeu tcheco, quando Beatriz Nascimento precisa virar poeta porque a historiografia brasileira não tem categoria para o que ela quer dizer, quando Racionais MC's marca o fim da canção como conhecíamos.
Não é um mero "estilo literário". É um sintoma de uma crise: o declínio do prestígio europeu, a ascensão de literaturas contestatórias, a resistência passiva de Bartleby que simplesmente diz "preferiria não". Walter Benjamin leu Kafka como "trabalhador da cultura", não como gênio romântico. Deleuze leu Bartleby como fórmula que destrói a linguagem por dentro.
Você vai entender essas leituras não como curiosidade acadêmica, mas como método. No Brasil, onde a literatura menor transbordou da prosa escrita e foi parar na música (Racionais), no cinema (Coutinho), na historiografia negra (Beatriz Nascimento, Lélia González), essa crise se manifesta de forma ainda mais radical.
02
Quando falar de si é falar de um povo
O romance burguês do século XIX separava o público do privado com régua cirúrgica. A literatura menor explode isso. O pessoal vira imediatamente coletivo. Falar de si é falar de um povo, de suas aspirações, de sua busca por identidade. Kafka não narra sua neurose individual, narra a impossibilidade de ser judeu na Praga de língua alemã. Racionais MC's não conta história pessoal, fabula a periferia paulistana. Beatriz Nascimento não escreve autobiografia, reconstrói a memória quilombola na história de longa duração.
No Brasil, onde a expressão individual sempre se entrelaçou com a experiência coletiva, isso fica ainda mais evidente. Revelo aqui como essa dinâmica funciona, como a literatura menor tensiona a língua padrão colocando-a em variação, como ela se desvincula dos centros literários tradicionais (especialmente os europeus) e cria suas próprias tradições. Você vai entender que "coletivizar o pessoal" não é metáfora pedagógica, mas um procedimento estético com consequências políticas.


03
Língua menor não é só literatura
O termo "literatura menor" não implica demérito ou uma oposição simplista à "literatura maior". Significa literatura que desafia a norma, que expande os limites, que faz a língua gritar. E "língua menor" não fica só na página escrita. Aparece na música (Racionais MC's levando a linguagem do rap brasileiro para outro registro), no cinema (Eduardo Coutinho recusando o voice over didático), na historiografia (Beatriz Nascimento e Lélia González criando categorias que a academia branca não oferecia), em qualquer forma de arte onde a linguagem é levada ao limite, onde ela "geme, grita", como dizem Deleuze e Guattari.
Por isso, ofereço uma perspectiva ampla que contempla autores de diversas origens, gêneros, raças e áreas de atuação. Não se trata de "inclusão" como gesto moral. Trata-se de reconhecer que a capacidade de fabulação dos povos, a busca por um "povo porvir", se expressa através dessas múltiplas manifestações. E que reduzir "literatura menor" à prosa escrita é perder o que ela tem de mais potente: sua recusa em ficar confinada aos limites que o cânone impõe.
O que você vai aprender:
Veja três características principais do curso

01
Por que Kafka precisou rasgar o alemão
Literatura menor emerge quando a língua padrão não serve mais. Quando Kafka escreve em alemão sendo judeu tcheco, quando Beatriz Nascimento precisa virar poeta porque a historiografia brasileira não tem categoria para o que ela quer dizer, quando Racionais MC's marca o fim da canção como conhecíamos.
Não é um mero "estilo literário". É um sintoma de uma crise: o declínio do prestígio europeu, a ascensão de literaturas contestatórias, a resistência passiva de Bartleby que simplesmente diz "preferiria não". Walter Benjamin leu Kafka como "trabalhador da cultura", não como gênio romântico. Deleuze leu Bartleby como fórmula que destrói a linguagem por dentro.
Você vai entender essas leituras não como curiosidade acadêmica, mas como método. No Brasil, onde a literatura menor transbordou da prosa escrita e foi parar na música (Racionais), no cinema (Coutinho), na historiografia negra (Beatriz Nascimento, Lélia González), essa crise se manifesta de forma ainda mais radical.
02
Quando falar de si é falar de um povo
O romance burguês do século XIX separava o público do privado com régua cirúrgica. A literatura menor explode isso. O pessoal vira imediatamente coletivo. Falar de si é falar de um povo, de suas aspirações, de sua busca por identidade. Kafka não narra sua neurose individual, narra a impossibilidade de ser judeu na Praga de língua alemã. Racionais MC's não conta história pessoal, fabula a periferia paulistana. Beatriz Nascimento não escreve autobiografia, reconstrói a memória quilombola na história de longa duração.
No Brasil, onde a expressão individual sempre se entrelaçou com a experiência coletiva, isso fica ainda mais evidente. Revelo aqui como essa dinâmica funciona, como a literatura menor tensiona a língua padrão colocando-a em variação, como ela se desvincula dos centros literários tradicionais (especialmente os europeus) e cria suas próprias tradições. Você vai entender que "coletivizar o pessoal" não é metáfora pedagógica, mas um procedimento estético com consequências políticas.


03
Língua menor não é só literatura
O termo "literatura menor" não implica demérito ou uma oposição simplista à "literatura maior". Significa literatura que desafia a norma, que expande os limites, que faz a língua gritar. E "língua menor" não fica só na página escrita. Aparece na música (Racionais MC's levando a linguagem do rap brasileiro para outro registro), no cinema (Eduardo Coutinho recusando o voice over didático), na historiografia (Beatriz Nascimento e Lélia González criando categorias que a academia branca não oferecia), em qualquer forma de arte onde a linguagem é levada ao limite, onde ela "geme, grita", como dizem Deleuze e Guattari.
Por isso, ofereço uma perspectiva ampla que contempla autores de diversas origens, gêneros, raças e áreas de atuação. Não se trata de "inclusão" como gesto moral. Trata-se de reconhecer que a capacidade de fabulação dos povos, a busca por um "povo porvir", se expressa através dessas múltiplas manifestações. E que reduzir "literatura menor" à prosa escrita é perder o que ela tem de mais potente: sua recusa em ficar confinada aos limites que o cânone impõe.
O que você vai aprender:
Veja três características principais do curso

01
Por que Kafka precisou rasgar o alemão
Literatura menor emerge quando a língua padrão não serve mais. Quando Kafka escreve em alemão sendo judeu tcheco, quando Beatriz Nascimento precisa virar poeta porque a historiografia brasileira não tem categoria para o que ela quer dizer, quando Racionais MC's marca o fim da canção como conhecíamos.
Não é um mero "estilo literário". É um sintoma de uma crise: o declínio do prestígio europeu, a ascensão de literaturas contestatórias, a resistência passiva de Bartleby que simplesmente diz "preferiria não". Walter Benjamin leu Kafka como "trabalhador da cultura", não como gênio romântico. Deleuze leu Bartleby como fórmula que destrói a linguagem por dentro.
Você vai entender essas leituras não como curiosidade acadêmica, mas como método. No Brasil, onde a literatura menor transbordou da prosa escrita e foi parar na música (Racionais), no cinema (Coutinho), na historiografia negra (Beatriz Nascimento, Lélia González), essa crise se manifesta de forma ainda mais radical.
02
Quando falar de si é falar de um povo
O romance burguês do século XIX separava o público do privado com régua cirúrgica. A literatura menor explode isso. O pessoal vira imediatamente coletivo. Falar de si é falar de um povo, de suas aspirações, de sua busca por identidade. Kafka não narra sua neurose individual, narra a impossibilidade de ser judeu na Praga de língua alemã. Racionais MC's não conta história pessoal, fabula a periferia paulistana. Beatriz Nascimento não escreve autobiografia, reconstrói a memória quilombola na história de longa duração.
No Brasil, onde a expressão individual sempre se entrelaçou com a experiência coletiva, isso fica ainda mais evidente. Revelo aqui como essa dinâmica funciona, como a literatura menor tensiona a língua padrão colocando-a em variação, como ela se desvincula dos centros literários tradicionais (especialmente os europeus) e cria suas próprias tradições. Você vai entender que "coletivizar o pessoal" não é metáfora pedagógica, mas um procedimento estético com consequências políticas.


03
Língua menor não é só literatura
O termo "literatura menor" não implica demérito ou uma oposição simplista à "literatura maior". Significa literatura que desafia a norma, que expande os limites, que faz a língua gritar. E "língua menor" não fica só na página escrita. Aparece na música (Racionais MC's levando a linguagem do rap brasileiro para outro registro), no cinema (Eduardo Coutinho recusando o voice over didático), na historiografia (Beatriz Nascimento e Lélia González criando categorias que a academia branca não oferecia), em qualquer forma de arte onde a linguagem é levada ao limite, onde ela "geme, grita", como dizem Deleuze e Guattari.
Por isso, ofereço uma perspectiva ampla que contempla autores de diversas origens, gêneros, raças e áreas de atuação. Não se trata de "inclusão" como gesto moral. Trata-se de reconhecer que a capacidade de fabulação dos povos, a busca por um "povo porvir", se expressa através dessas múltiplas manifestações. E que reduzir "literatura menor" à prosa escrita é perder o que ela tem de mais potente: sua recusa em ficar confinada aos limites que o cânone impõe.
Levar lenta e progressivamente a língua para o deserto. Servir-se da sintaxe para gritar. Só o menor é grade e revolucionário.
Deleuze e Guattari, "Por uma literatura menor"
Levar lenta e progressivamente a língua para o deserto. Servir-se da sintaxe para gritar. Só o menor é grade e revolucionário.
Deleuze e Guattari, "Por uma literatura menor"
Levar lenta e progressivamente a língua para o deserto. Servir-se da sintaxe para gritar. Só o menor é grade e revolucionário.
Deleuze e Guattari, "Por uma literatura menor"
Por que este curso é para você:
Por que este curso é para você:
Aprenda a ler além do cânone sem perder o rigor: Kafka tensionando o alemão, Racionais MC's marcando o fim da canção, Beatriz Nascimento virando poeta quando a historiografia não tinha palavras. Não é "apreciação estética", é método.
Entenda por que a língua precisa gritar: Quando Deleuze e Guattari dizem "levar lenta e progressivamente a língua para o deserto", não é metáfora poética. É procedimento que você pode reconhecer, usar como chave de leitura, fazer virar método.
Tenha ferramentas afiadas, não clichês pedagógicos: Categorias vivas (literatura menor, língua menor, função fabuladora, povo por vir) que funcionam fora do curso. História usada como instrumento crítico, não como curiosidade.
Reconheça quando o pessoal vira coletivo: Por que Kafka não narra uma neurose individual, os Racionais não contam sua história pessoal, Beatriz Nascimento não escreve uma autobiografia. "Coletivizar o pessoal" não é um gesto moral, é um procedimento estético com consequências políticas.
Descubra por que língua menor transborda a literatura: Ela aparece na música, no cinema, na historiografia, em qualquer forma de arte onde a linguagem é levada ao limite. Reduzir "literatura menor" à prosa escrita é perder o que ela tem de mais potente.
Aulas gravadas
Materiais em PDF
Assista no seu tempo
Acompanhamento do professor
Estudo aprofundado
A QUESTÃO NÃO É "CONHECER LITERATURA MENOR"
A QUESTÃO NÃO É "CONHECER LITERATURA MENOR"
Talvez você nunca tenha lido Kafka ou Deleuze. Talvez conheça Guimarães Rosa mas nunca ouviu falar de Beatriz Nascimento. Ou pode conhecer ambos, mas não se atenta às proximidades entre eles.
O mais provável é que você já tenha visto alguma coisa, ou que desejou conhecer, e não entendeu de forma mais ampla as tensões estéticas e políticas por trás.
De qualquer forma, ninguém te ofereceu uma entrada mais eficiente para esse território.
Talvez você nunca tenha lido Kafka ou Deleuze. Talvez conheça Guimarães Rosa mas nunca ouviu falar de Beatriz Nascimento. Ou pode conhecer ambos, mas não se atenta às proximidades entre eles.
O mais provável é que você já tenha visto alguma coisa, ou que desejou conhecer, e não entendeu de forma mais ampla as tensões estéticas e políticas por trás.
De qualquer forma, ninguém te ofereceu uma entrada mais eficiente para esse território.
Aliados às transformações no mundo como as lutas contra as ditaduras na América do Sul, pela Libertação dos países da África, pelos direitos civis nos EUA, a formação do Brasil e o pensamento dele decorrente não poderia vingar em termos sociais caso a politização deixasse de invadir o ateliê literário.


Quando Beatriz Nascimento reconstrói a memória quilombola e Guimarães Rosa inventa a língua dos jagunços, ambos estão fazendo a mesma coisa que Kafka fez com o alemão: criando territórios fora da norma, levando a língua para o deserto, transformando o pessoal em coletivo. Essa conexão não é óbvia. E é ela que muda completamente como você lê Rosa, Beatriz e Kafka.
Talvez você nunca tenha lido Kafka ou Deleuze. Talvez conheça Guimarães Rosa mas nunca ouviu falar de Beatriz Nascimento. Ou pode conhecer ambos, mas não se atenta às proximidades entre eles.
O mais provável é que você já tenha visto alguma coisa, ou que desejou conhecer, e não entendeu de forma mais ampla as tensões estéticas e políticas por trás.
De qualquer forma, ninguém te ofereceu uma entrada mais eficiente para esse território.
Aliados às transformações no mundo como as lutas contra as ditaduras na América do Sul, pela Libertação dos países da África, pelos direitos civis nos EUA, a formação do Brasil e o pensamento dele decorrente não poderia vingar em termos sociais caso a politização deixasse de invadir o ateliê literário.

Quando Beatriz Nascimento reconstrói a memória quilombola e Guimarães Rosa inventa a língua dos jagunços, ambos estão fazendo a mesma coisa que Kafka fez com o alemão: criando territórios fora da norma, levando a língua para o deserto, transformando o pessoal em coletivo. Essa conexão não é óbvia. E é ela que muda completamente como você lê Rosa, Beatriz e Kafka.
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AULAS
Conteúdo Programático
O curso está dividido em duas etapas com os seguintes temas e aulas
A literatura menor vista de fora
O que é literatura menor?
Aula 01
Kafka, por Walter Benjamin
Aula 02
Kafka, por Walter Benjamin (2ªleitura)
Aula 03
Bartleby, o escrivão - leitura de Gilles Deleuze
Aula 04
Bartleby, o escrivão - leitura de Giorgio Agamben
Aula 05
Georges Bataille, a literatura e o mal
AULA EXTRA
A literatura menor e o Brasil
Racionais MC's e o fim da canção
Aula 06
Lélia González e Beatriz Nascimento: o renascimento da negritude
Aula 07
Do quilombo ao cangaço: a máquina de guerra nômade
Aula 08
Eduardo Coutinho e Joel Rufino: o desejo dos pobres
Aula 09
Mbyá-Guarani: história, documentário, ficção
Aula 10
Uma revolução em tom menor (literatura e resistência no cinturão negro norte-americano)
AULA EXTRA
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Racionais MC's e o fim da canção
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Lélia González e Beatriz Nascimento: o renascimento da negritude
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Do quilombo ao cangaço: a máquina de guerra nômade
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Eduardo Coutinho e Joel Rufino: o desejo dos pobres
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Eduardo Coutinho e Joel Rufino: o desejo dos pobres
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AULA EXTRA
A literatura menor aconteceu sem pedir permissão. Sua formação crítica também não precisa.
Inscreva-se agora e garanta o desconto (disponível por tempo muito limitado) de 30%
Pensar literatura menor não precisa ser privilégio acadêmico nem conversa rasa de roda social. Dá para endurecer o pensamento sem perder a ternura. Dá para ser exigente sem ser hermético. Dá para gostar de Kafka, mas também saber por quê ele tensiona a língua. Dá para ouvir Racionais MC's e entender o que significa "levar a língua para o deserto".
Se você sente que falta exatamente isso: ferramentas afiadas, categorias vivas e história usada como instrumento crítico, o próximo passo é simples.
Desconto limitadíssimo
em até 12x
de R$600
por R$450
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Rogério Mattos
Prof.º Dr.º

Rogério Mattos
Prof.º Dr.º

Rogério Mattos
Prof.º Dr.º
// QUEM CRIOU O CURSO //
// QUEM CRIOU O CURSO //
Rogério Mattos é doutor em Estudos Literários pela UFF, com formação que atravessa História, Literatura Portuguesa e História da África. Quinze anos entre sala de aula e pesquisa, ensino básico e superior, educação pública e privada.
O que o move não cabe no currículo. É um modo de ler a literatura que faz as disciplinas perderem o contorno. Ver em Kafka não apenas um escritor tcheco, mas alguém que precisou tensionar o alemão para existir. Entender por que Racionais MC's marca o fim da canção. Perceber que quando Beatriz Nascimento vira poeta, não é licença poética, é necessidade epistemológica — a historiografia não tinha categoria para o que ela queria dizer. Reconhecer que Bartleby não é só personagem melancólico, é fórmula que destrói a linguagem por dentro.
Desde 2016, desenvolve essa prática através d'O Abertinho. Textos que circularam por Teoria e Debate, Brasil de Fato, GGN e periódicos acadêmicos. Sempre na fronteira entre rigor teórico e intervenção crítica. Sempre recusando a separação entre pensar e agir.
Rogério Mattos é doutor em Estudos Literários pela UFF, com formação que atravessa História, Literatura Portuguesa e História da África. Quinze anos entre sala de aula e pesquisa, ensino básico e superior, educação pública e privada.
O que o move não cabe no currículo. É um modo de ler a literatura que faz as disciplinas perderem o contorno. Ver em Kafka não apenas um escritor tcheco, mas alguém que precisou tensionar o alemão para existir. Entender por que Racionais MC's marca o fim da canção. Perceber que quando Beatriz Nascimento vira poeta, não é licença poética, é necessidade epistemológica — a historiografia não tinha categoria para o que ela queria dizer. Reconhecer que Bartleby não é só personagem melancólico, é fórmula que destrói a linguagem por dentro.
Desde 2016, desenvolve essa prática através d'O Abertinho. Textos que circularam por Teoria e Debate, Brasil de Fato, GGN e periódicos acadêmicos. Sempre na fronteira entre rigor teórico e intervenção crítica. Sempre recusando a separação entre pensar e agir.









