conheça

A narrativa descolonizadora

O neocapitalismo trabalha através da homogeneização. As línguas locais e os dialetos desaparecem, as diferenças culturais são niveladas pelos holofotes do consumo. É o genocídio cultural silencioso, mais eficaz que qualquer fascismo histórico, como denunciou Pasolini.


Ele atua por hierarquizações: estruturas narrativas que naturalizam a separação entre quem narra e quem é narrado. Mesmo quando a intenção é crítica, permanece intacta a divisão entre quem fala com autoridade e quem é falado sobre — o que Said chamou de "estruturas de atitude e referência".


Homogeneização e hierarquização são duas faces do que coloniza. A narrativa descolonizadora identifica essas operações e, através da linguagem de poesia as desmonta. Não se fala "sobre" o povo, mas cria as condições para que este fabule o próprio mundo.

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A narrativa descolonizadora

O neocapitalismo trabalha através da homogeneização. As línguas locais e os dialetos desaparecem, as diferenças culturais são niveladas pelos holofotes do consumo. É o genocídio cultural silencioso, mais eficaz que qualquer fascismo histórico, como denunciou Pasolini.


Ele atua por hierarquizações: estruturas narrativas que naturalizam a separação entre quem narra e quem é narrado. Mesmo quando a intenção é crítica, permanece intacta a divisão entre quem fala com autoridade e quem é falado sobre — o que Said chamou de "estruturas de atitude e referência".


Homogeneização e hierarquização são duas faces do que coloniza. A narrativa descolonizadora identifica essas operações e, através da linguagem de poesia as desmonta. Não se fala "sobre" o povo, mas cria as condições para que este fabule o próprio mundo.

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A narrativa descolonizadora

O neocapitalismo trabalha através da homogeneização. As línguas locais e os dialetos desaparecem, as diferenças culturais são niveladas pelos holofotes do consumo. É o genocídio cultural silencioso, mais eficaz que qualquer fascismo histórico, como denunciou Pasolini.


Ele atua por hierarquizações: estruturas narrativas que naturalizam a separação entre quem narra e quem é narrado. Mesmo quando a intenção é crítica, permanece intacta a divisão entre quem fala com autoridade e quem é falado sobre — o que Said chamou de "estruturas de atitude e referência".


Homogeneização e hierarquização são duas faces do que coloniza. A narrativa descolonizadora identifica essas operações e, através da linguagem de poesia as desmonta. Não se fala "sobre" o povo, mas cria as condições para que este fabule o próprio mundo.

vocabulário de poesia

Fabular não é dom nem técnica, mas uma condição. Por exemplo, Eduardo Coutinho não inventava histórias para seus personagens. Criava o dispositivo para que eles fabulassem por si.


Desenvolver o vocabulário de poesia é desenvolver essa capacidade: identificar o que bloqueia a fabulação (homogeneização, hierarquização) e saber como criar condições para que ela emerja. Na sua prática, na sua escuta, no seu modo de se aproximar do outro.


Este percurso atravessa Pasolini e o cinema de poesia, o Cinema Novo e sua frustração, até a virada documental de Eduardo Coutinho — para compreender como a arte respondeu à dupla operação que coloniza. E como você pode responder também.

01

A câmera livre e o cinema brasileiro

Pasolini declarou o mandato do escritor caduco. A literatura, mesmo nas inovações mais radicais, não conseguia se livrar da consciência de classe do autor — a hierarquia entre quem narra e quem é narrado permanecia intacta.


A câmera poderia ser diferente. O discurso indireto livre opera quando a palavra diz uma coisa e a imagem mostra outra, sem que nenhuma das duas minta. Dois regimes autônomos criando um terceiro sentido que não existia antes. A separação entre narrador e narrado colapsa.


No cinema brasileiro, Sganzerla e Glauber levaram essa operação ao limite. A imagem desmente a palavra, mas nada mente. É o que Deleuze chamou de correlação entre dois processos dissimétricos — não mistura, não média, mas diferenciação que cria um sistema ele próprio heterogêneo.

02

A estética pecaminosa de Coutinho

O Cinema Novo nasceu como veículo de libertação nacional até o golpe de 64 interromper esse projeto. Da frustração nasceu o herói ressentido — narrativas onde a voz subordina as imagens, onde alguém explica o que acontece na tela. As antigas aspirações estéticas tornaram-se pecaminosas.


Mas não para Coutinho. A câmera digital permitiu transformar a entrevista em diálogo. E no diálogo, as pessoas fabulam. Contam histórias que parecem fantásticas. Coutinho não precisa acreditar. Sabe que o ato de fala já é criação.


Pasolini filmava no sul da Itália para resgatar línguas que o neocapitalismo estava matando. Coutinho opera contra a mesma homogeneização. Quanto mais rica em dialetos é uma língua, mais deixa florescer o discurso indireto livre. O assunto privado se torna imediatamente político.

03

O autor como intercessor

Agamben coloca o problema de outro modo: toda classificação que tenta abarcar o povo deixa escapar uma parte — o resto. Os inclassificáveis não cabem na homogeneização. Suas linguagens não estão cartografadas. E não se deixam narrar como paisagem — recusam a hierarquização. Só aparecem quando o ato de fala é considerado fabulatório.


Por isso o autor não deve se fazer etnólogo do povo. Resta dar-se intercessores — tomar personagens reais e colocá-las em condições de ficcionar por si próprias. A fabulação é palavra em ato: a personagem atravessa a fronteira entre o privado e o político, produz enunciados coletivos. Os germes do povo por vir.

vocabulário de poesia

Fabular não é dom nem técnica, mas uma condição. Por exemplo, Eduardo Coutinho não inventava histórias para seus personagens. Criava o dispositivo para que eles fabulassem por si.


Desenvolver o vocabulário de poesia é desenvolver essa capacidade: identificar o que bloqueia a fabulação (homogeneização, hierarquização) e saber como criar condições para que ela emerja. Na sua prática, na sua escuta, no seu modo de se aproximar do outro.


Este percurso atravessa Pasolini e o cinema de poesia, o Cinema Novo e sua frustração, até a virada documental de Eduardo Coutinho — para compreender como a arte respondeu à dupla operação que coloniza. E como você pode responder também.

01

A câmera livre e o cinema brasileiro

Pasolini declarou o mandato do escritor caduco. A literatura, mesmo nas inovações mais radicais, não conseguia se livrar da consciência de classe do autor — a hierarquia entre quem narra e quem é narrado permanecia intacta.


A câmera poderia ser diferente. O discurso indireto livre opera quando a palavra diz uma coisa e a imagem mostra outra, sem que nenhuma das duas minta. Dois regimes autônomos criando um terceiro sentido que não existia antes. A separação entre narrador e narrado colapsa.


No cinema brasileiro, Sganzerla e Glauber levaram essa operação ao limite. A imagem desmente a palavra, mas nada mente. É o que Deleuze chamou de correlação entre dois processos dissimétricos — não mistura, não média, mas diferenciação que cria um sistema ele próprio heterogêneo.

02

A estética pecaminosa de Coutinho

O Cinema Novo nasceu como veículo de libertação nacional até o golpe de 64 interromper esse projeto. Da frustração nasceu o herói ressentido — narrativas onde a voz subordina as imagens, onde alguém explica o que acontece na tela. As antigas aspirações estéticas tornaram-se pecaminosas.


Mas não para Coutinho. A câmera digital permitiu transformar a entrevista em diálogo. E no diálogo, as pessoas fabulam. Contam histórias que parecem fantásticas. Coutinho não precisa acreditar. Sabe que o ato de fala já é criação.


Pasolini filmava no sul da Itália para resgatar línguas que o neocapitalismo estava matando. Coutinho opera contra a mesma homogeneização. Quanto mais rica em dialetos é uma língua, mais deixa florescer o discurso indireto livre. O assunto privado se torna imediatamente político.

03

O autor como intercessor

Agamben coloca o problema de outro modo: toda classificação que tenta abarcar o povo deixa escapar uma parte — o resto. Os inclassificáveis não cabem na homogeneização. Suas linguagens não estão cartografadas. E não se deixam narrar como paisagem — recusam a hierarquização. Só aparecem quando o ato de fala é considerado fabulatório.


Por isso o autor não deve se fazer etnólogo do povo. Resta dar-se intercessores — tomar personagens reais e colocá-las em condições de ficcionar por si próprias. A fabulação é palavra em ato: a personagem atravessa a fronteira entre o privado e o político, produz enunciados coletivos. Os germes do povo por vir.

vocabulário de poesia

Fabular não é dom nem técnica, mas uma condição. Por exemplo, Eduardo Coutinho não inventava histórias para seus personagens. Criava o dispositivo para que eles fabulassem por si.


Desenvolver o vocabulário de poesia é desenvolver essa capacidade: identificar o que bloqueia a fabulação (homogeneização, hierarquização) e saber como criar condições para que ela emerja. Na sua prática, na sua escuta, no seu modo de se aproximar do outro.


Este percurso atravessa Pasolini e o cinema de poesia, o Cinema Novo e sua frustração, até a virada documental de Eduardo Coutinho — para compreender como a arte respondeu à dupla operação que coloniza. E como você pode responder também.

01

A câmera livre e o cinema brasileiro

Pasolini declarou o mandato do escritor caduco. A literatura, mesmo nas inovações mais radicais, não conseguia se livrar da consciência de classe do autor — a hierarquia entre quem narra e quem é narrado permanecia intacta.


A câmera poderia ser diferente. O discurso indireto livre opera quando a palavra diz uma coisa e a imagem mostra outra, sem que nenhuma das duas minta. Dois regimes autônomos criando um terceiro sentido que não existia antes. A separação entre narrador e narrado colapsa.


No cinema brasileiro, Sganzerla e Glauber levaram essa operação ao limite. A imagem desmente a palavra, mas nada mente. É o que Deleuze chamou de correlação entre dois processos dissimétricos — não mistura, não média, mas diferenciação que cria um sistema ele próprio heterogêneo.

02

A estética pecaminosa de Coutinho

O Cinema Novo nasceu como veículo de libertação nacional até o golpe de 64 interromper esse projeto. Da frustração nasceu o herói ressentido — narrativas onde a voz subordina as imagens, onde alguém explica o que acontece na tela. As antigas aspirações estéticas tornaram-se pecaminosas.


Mas não para Coutinho. A câmera digital permitiu transformar a entrevista em diálogo. E no diálogo, as pessoas fabulam. Contam histórias que parecem fantásticas. Coutinho não precisa acreditar. Sabe que o ato de fala já é criação.


Pasolini filmava no sul da Itália para resgatar línguas que o neocapitalismo estava matando. Coutinho opera contra a mesma homogeneização. Quanto mais rica em dialetos é uma língua, mais deixa florescer o discurso indireto livre. O assunto privado se torna imediatamente político.

03

O autor como intercessor

Agamben coloca o problema de outro modo: toda classificação que tenta abarcar o povo deixa escapar uma parte — o resto. Os inclassificáveis não cabem na homogeneização. Suas linguagens não estão cartografadas. E não se deixam narrar como paisagem — recusam a hierarquização. Só aparecem quando o ato de fala é considerado fabulatório.


Por isso o autor não deve se fazer etnólogo do povo. Resta dar-se intercessores — tomar personagens reais e colocá-las em condições de ficcionar por si próprias. A fabulação é palavra em ato: a personagem atravessa a fronteira entre o privado e o político, produz enunciados coletivos. Os germes do povo por vir.

Quanto mais rica em dialetos é uma língua, mais deixa florescer o discurso indireto livre.

Gilles Deleuze, "A imagem-movimento"

Quanto mais rica em dialetos é uma língua, mais deixa florescer o discurso indireto livre.

Gilles Deleuze, "A imagem-movimento"

Quanto mais rica em dialetos é uma língua, mais deixa florescer o discurso indireto livre.

Gilles Deleuze, "A imagem-movimento"

Por que este curso é para você:

Por que este curso é para você:

Identifique o que coloniza Homogeneização e hierarquização são duas faces da mesma operação. Reconhecê-las é o primeiro passo — em filmes, em textos, na sua própria prática.

Entenda como se desmonta O discurso indireto livre cria um terceiro sentido entre palavra e imagem. A separação entre quem narra e quem é narrado colapsa. Isso não é só técnica — é posição ética.

Perceba o que emerge Quando as operações colonizadoras são interrompidas, dialetos aparecem, linguagens não cartografadas emergem. O ato de fala vira fabulação.

Crie condições em vez de explicar O curso oferece instrumentos para identificar quando você mesmo opera com a tese pronta — e o que significa dar-se intercessores em vez de fazer-se etnólogo.

Produza enunciados coletivos O privado que se torna imediatamente político. Os germes do povo por vir. Não representar — fabular.

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A estética pecaminosa de Coutinho

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A narrativa descolonizadora - Roberto Bolaño

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A linguagem de poesia - Rogério Sganzerla

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Enquanto você reconhece que algo importante está acontecendo — num filme, num texto, numa narrativa — mas não consegue articular o quê, as formas que colonizam continuam operando. A língua segue homogeneizada. A separação entre quem narra e quem é narrado permanece intacta.


Este curso entrega vocabulário para identificar essas operações — e instrumentos para desmontá-las. Quem se inscrever agora participa dos dois encontros ao vivo e garante o valor promocional.


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Rogério Mattos

Prof.º Dr.º

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// QUEM CRIOU O CURSO //

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Rogério Mattos é doutor em Estudos Literários pela UFF e professor com quinze anos de experiência atravessando o ensino básico e superior, a educação pública e privada. Sua formação híbrida — História (UERJ), Literatura Portuguesa (mestrado/UERJ), História da África e do negro no Brasil (especialização/UCAM) — reflete uma recusa deliberada às fronteiras disciplinares que empobreceram o pensamento crítico brasileiro.


Desde 2016, desenvolve através d'O Abertinho uma prática ensaística que articula cinema, literatura e filosofia. Seus textos circularam por publicações como Teoria e Debate, Brasil de Fato, GGN e diversos periódicos acadêmicos — sempre na fronteira entre rigor teórico e intervenção crítica.


Sua abordagem conecta a crítica ao neocapitalismo em Pasolini, as estruturas de atitude e referência em Said, e as inovações do documentário brasileiro em Coutinho. Entende que a passagem do mandato narrativo da literatura para o cinema foi uma reconfiguração ética e política das formas de figurar o mundo — e que a fabulação permanece como tarefa urgente.


Neste curso, mobiliza anos de pesquisa para revelar como identificar o que coloniza e criar condições para que a língua gagueje — e o povo fabule o próprio mundo..

Rogério Mattos é doutor em Estudos Literários pela UFF e professor com quinze anos de experiência atravessando o ensino básico e superior, a educação pública e privada. Sua formação híbrida — História (UERJ), Literatura Portuguesa (mestrado/UERJ), História da África e do negro no Brasil (especialização/UCAM) — reflete uma recusa deliberada às fronteiras disciplinares que empobreceram o pensamento crítico brasileiro.


Desde 2016, desenvolve através d'O Abertinho uma prática ensaística que articula cinema, literatura e filosofia. Seus textos circularam por publicações como Teoria e Debate, Brasil de Fato, GGN e diversos periódicos acadêmicos — sempre na fronteira entre rigor teórico e intervenção crítica.


Sua abordagem conecta a crítica ao neocapitalismo em Pasolini, as estruturas de atitude e referência em Said, e as inovações do documentário brasileiro em Coutinho. Entende que a passagem do mandato narrativo da literatura para o cinema foi uma reconfiguração ética e política das formas de figurar o mundo — e que a fabulação permanece como tarefa urgente.


Neste curso, mobiliza anos de pesquisa para revelar como identificar o que coloniza e criar condições para que a língua gagueje — e o povo fabule o próprio mundo..

A língua que gagueja cria mundos. Você tem o vocabulário para identificar quando isso acontece?

Saia do consumo sofisticado para a intervenção crítica. Nomeie as operações que colonizam e saiba criar as condições para a fabulação.

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